Бесплатная библиотека
Читайте книгу на сайте или телефоне
Nada dura para sempre [em Português] - Читать Любимую Русскую Полную Книгу 👉 Read-E-Book.com

Nada dura para sempre [em Português]

Электронная книга - «Nada dura para sempre [em Português]». Краткое содержание книги:

Nada dura para sempre [em Português]
1 ... 51 52 53 54 55 56 57 58 59 ... 62
Перейти на страницу:

Quero estar sozinho contigo.

Kat sorriu:

- Não há problema. Não calculas como me fizeste feliz. Já alguma vez te disse o quanto te amo?

- Eu também te amo. Mostrar-te-ei quanto no domingo à noite.

Analisando tudo de novo, Mallory decidiu que o plano era infalível. Tinhao preparado até ao mais pequeno pormenor. De maneira alguma poderia ser acusado da morte de Kat.

Era demasiado arriscado conseguir o que queria da farmácia do hospital, pois a segurança tinha sido reforçada depois do caso de Bowman. Assim, no domingo de manhã muito cedo, Mallory foi procurar uma farmácia longe das redondezas onde morava.

Grande parte delas estavam fechadas ao domingo. Percorreu várias até encontrar uma que estivesse aberta.

O farmacêutico atrás do balcão disse:

- Bom dia. Posso servi-lo?

- Sim. Vou ver um doente nesta zona e quero aviar-lhe uma receita. - Tirou o bloco de receitas e escreveu algo.

O farmacêutico sorriu:

- Atualmente, poucos são os médicos que fazem visitas domiciliárias.

- Eu sei. É pena, não é? Já ninguém se preocupa. - Entregou a folha de papel ao farmacêutico.

Este leu e anuiu com a cabeça:

- Isto leva apenas alguns minutos.

- Obrigado.

Primeiro passo.

Nessa tarde, Mallory deu um salto ao hospital. Não esteve lá mais de dez minutos e, quando saiu, transportava um pequeno pacote.

Segundo passo.

Mallory tinha combinado encontrar-se com Kat no Trader Vic para jantar e já estava à espera quando ela chegou. Viu-a aproximar-se da mesa e pensou: “É a última ceia, puta.

Levantou-se e sorriu-lhe calorosamente:

- Olá, boneca. Estás linda. - Teve de se render: tinha um aspecto sensacional. “Poderia ter sido modelo.

E é ótima na cama. Tudo o que lhe falta”, pensou Mallory, “são cerca de vinte milhões de dólares, mais coisa ou menos coisa”.

Kat percebeu mais uma vez como as outras mulheres do restaurante olhavam para Ken, invejando-a. Mas ele só tinha olhos para ela. Era o velho Ken, amoroso e atencioso.

- Que tal foi o teu dia? - perguntou ele.

- Tive muito trabalho - suspirou Kat -, três operações de manhã e duas à tarde. - Inclinou-se para a frente. - Sei que ainda é muito cedo, mas podia jurar que senti o bebê a dar um pontapé quando estava a vestir-me.

Mallory sorriu:

- Talvez queira sair cá para fora.

- Devíamos fazer uma ecografia para saber se é rapaz ou rapariga. Nessa altura, já poderei começar a comprar-lhe as roupinhas.

- Boa ideia.

- Ken, podemos marcar a data de casamento? Gostaria de casar o mais depressa possível.

- Não há problema - respondeu Mallory com a maior das facilidades. - Podemos pedir uma licença para a próxima semana.

- Maravilhoso! - De repente, teve uma ideia: - Talvez pudéssemos tirar uns dias para irmos a qualquer lado passar a nossa lua-de-mel. Num sítio não muito longe… até Oregon ou Washington.

“Errado, querida. Eu estarei em lua-de-mel em Junho, no meu iate e na Riviera Francesa.

- A ideia parece-me ótima. Vou falar com Wallace.

Kat apertou-lhe a mão:

- Obrigada - disse baixinho. - Serei para ti a melhor esposa do mundo.

- Tenho a certeza disso. - Mallory sorriu: - Agora come os teus legumes.

Queremos que o bebê seja saudável, não é assim?

Saíram do restaurante às nove da noite. Quando se aproximavam do prédio onde Kat vivia, Mallory perguntou:

- Tens a certeza que Paige e Honey não estarão em casa?

- Certifiquei-me disso - respondeu Kat. - Paige está de serviço no hospital e disse a Honey que queríamos estar sozinhos.

“Merda!”

Kat notou a expressão no rosto dele:

- Aconteceu alguma coisa?

- Não, querida. Já te tinha dito, gosto de manter a nossa privacidade! - “Preciso de ter cuidado”, pensou.

“Muito cuidado.” - Vamos depressa.

A impaciência dele excitou Kat.

Já no apartamento, Mallory pediu:

- Vamos para o quarto.

- Parece-me uma ótima ideia - concordou Kat.

Mallory viu Kat despir-se e pensou: “Ainda tem um corpo magnífico. Um bebê iria estragá-lo.” - Não te despes, Ken?

- Claro. - Lembrou-se do dia em que ela o fez despir-se e depois o abandonou. Bem, iria pagar por isso.

Tirou lentamente a roupa. “Saberei fazer teatro?” pensou. Quase tremia de nervoso. “O que vou fazer é culpa dela. Não minha. Dei-lhe a oportunidade de voltar atrás e ela foi demasiado estúpida em não ter aceite.” Deitou-se ao seu lado na cama e sentiu-lhe o corpo contra o seu.

Começaram a acariciar-se um ao outro e ele sentiu que estava a ficar excitado. Penetrou nela e ela começou a gemer de prazer.

- Oh, querido… é tão bom - Ela começou a mover-se cada vez mais depressa. - Sim… sim… oh, meu Deus!… Não pares…

- O seu corpo começou a mover-se bruscamente, em seguida estremeceu e permaneceu imóvel nos seus braços.

Virou-se para ele e perguntou, ansiosa:

- Você…?

- Claro - mentiu Mallory. Estava demasiado tenso.

- Que tal uma bebida?

- Não. Não devo beber. O bebê…

- Mas, amor, isto é uma celebração. Uma bebida curta não vai fazer mal.

Kat hesitou:

- Está bem. Uma muito curta. - Kat começou a levantar-se.

Mallory impediu-a:

- Não, não. Você fica na cama, “mamã,”. Tens de te habituar a seres mimada.

Kat olhou para Mallory enquanto este se dirigia à sala de estar e pensou: “Sou a mulher com mais sorte do mundo! Mallory aproximou-se do pequeno bar e deitou um pouco de uísque em dois copos. Espreitou o quarto para se certificar de que não podia ser visto e depois dirigiu-se ao sofá, onde pousara o casaco. Tirou um pequeno frasco do bolso e deitou o conteúdo na bebida de Kat. Regressou ao bar, misturou a bebida e cheiroua.

Não havia qualquer odor. Levou os dois copos para o quarto e entregou um a Kat.

- Vamos fazer um brinde ao nosso filho - pediu Kat.

- Certo. Ao nosso filho.

Ken viu Kat tomar um gole da bebida.

- Havemos de encontrar algures um bom apartamento - disse ela, com ar sonhador. - Montarei um berçário. Vamos estragar o nosso filho com mimos, não vamos? - Deu outro gole.

Mallory concordou:

- Absolutamente. - Examinou-a. - Comosesente?

- Maravilhosa. Tenho estado tão preocupada connosco, querido, mas agora já não estou.

- Ainda bem - afirmou Mallory. - Não tens desepreocupar com nada.

Os olhos de Kat estavam a ficar pesados.

- Não - disse. - Não tenho de me preocupar com nada. - As palavras começaram a fugir. - Ken, sinto-me esquisita.

- Começava a desfalecer.

- Não devias ter ficado grávida.

Olhou para ele, espantada:

- O quê?

- Estragaste tudo, Kat.

- Estraguei…? - Tinha dificuldade em concentrar-se.

- Meteste-te no meu caminho.

- Quê…” - Ninguém se mete no meu caminho.

- Ken, sinto-me tonta.

Ficou ali, a vê-la.

- Ken… ajuda-me, Ken… - A cabeça caiu sobre a almofada.

Mallory olhou de novo para o relógio. Ainda tinha muito tempo.

Honey foi a primeira a chegar ao apartamento e a encontrar o corpo mutilado de Kat caído numa poça de sangue no chão da casa de banho, de frios azulejos brancos.

A seu lado, uma cureta suja de sangue. Tinha-se esvaído em sangue pelo ventre.

Honey permaneceu ali em estado de choque.

- Oh, meu Deus! - A voz soou como um sussurro estrangulado.

Ajoelhou-se ao lado do corpo e, a tremer, colocou o polegar contra a carótida. Não havia pulsação.

Honey correu para a sala de estar, pegou no telefone e discou 115.

Uma voz masculina respondeu;

- Um-um-cinco, urgências.

Honey ficou paralisada, incapaz de falar.

1 ... 51 52 53 54 55 56 57 58 59 ... 62
Перейти на страницу:
0
Сюжет
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Атмосфера
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Главный герой
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Общее впечатление
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
Итоговая оценка: 0.0 из 10 (голосов: 0 / История оценок)