Бесплатная библиотека
Читайте книгу на сайте или телефоне
Nada dura para sempre [em Português] - Читать Любимую Русскую Полную Книгу 👉 Read-E-Book.com

Nada dura para sempre [em Português]

Электронная книга - «Nada dura para sempre [em Português]». Краткое содержание книги:

Nada dura para sempre [em Português]
1 ... 43 44 45 46 47 48 49 50 51 ... 62
Перейти на страницу:

- Eu… nem sei o que dizer, Alfred.

- É claro que não - riu. - Quinhentos mil dólares por ano é suficiente para deixar qualquer um sem palavras.

- Não estava a pensar no dinheiro - afirmou Paige, lentamente.

- Não?

Estudou-o como se o tivesse visto pela primeira vez.

- Alfred, quando trabalhavas para a OMS não sentias que estavas a ajudar os outros?

Ele encolhe u os ombros:

- Nada pode ajudar aquela gente. E quem se importa realmente com isso?

Acreditas que Karen queria que eu ficasse em Bangladesh? Disse-lhe que não havia hipótese, por isso ela regressou. - E, pegando na mão de Paige, disse: - Assim, aqui estou eu… Ficaste um tanto calada. Penso que estás um tanto acabrunhada com tudo isto, hem?

Paige lembrou-se do pai: “Teria tido muito êxito na Park Avenue, mas não estava interessado em dinheiro. Tudo o que queria era ajudar os outros.” - Já me divorciei de Karen e por isso podemos casar imediatamente. - Tocou-lhe na mão. - Que achas da ideia de vivermos em Nova Iorque?

Paige respirou fundo:

- Alfred…

Havia no rosto dele um sorriso de expectativa:

- Sim?

- Vai-te embora.

O sorriso desapareceu lentamente:

- O quê?

Paige levantou-se:

- Quero que saias imediatamente.

Ficou confuso:

- Para onde queres que eu vá?

- Não te vou dizer - replicou Paige. - Magoaria os teus sentimentos.

Depois de Alfred ter saído, Paige sentou-se a pensar. Kat tinha razão.

Tinha estado presa a um fantasma. “A ajudar aqueles selvagens ignorantes, quando podia ter estado a fazer um monte de dinheiro aqui… Quinhentos mil dólares por ano! “ “Foi a isso que estive presa”, pensou Paige. Podia ter-se sentido deprimida mas, em vez disso, estava muito animada.

Subitamente, sentiu-se livre. Sabia agora o que eLe queria.

Dirigiu-se ao telefone e discou o número de Jason - Estou.

- Jason, daqui Paige. Lembras-te de me teres falado sobre a sua casa em Noe Valley?

- Sim…

- Gostaria muito de a conhecer. Estás livre esta noite, Jason - perguntou, lentamente:

- Queres dizer-me o que está a acontecer, Paige? Estou confuso.

- Eu é que estou confusa. Pensei que estava apaixonada por um homem que conheci há muito tempo, mas ele já não é a mesma pessoa.

Agora sei o que quero.

- Sim?

- Quero ver a sua casa.

Noe Valley pertencia a outro século. Era um oásis colorido, no coração de uma das mais cosmopolitas cidades do mundo.

A casa de Jason era um reflexo dele - confortável, arrumada e encantadora.

Conduziu Paige pela casa:

- Aqui é a sala de estar, a cozinha, a casa de banho das visitas, a biblioteca… - Olhou para ela e disse: - O quarto fica lá em cima. Queres vêlo?

Paige respondeu baixinho:

- Quero muito.

Subiram até ao quarto. O coração de Paige batia desordenadamente. Mas o que estava a acontecer parecia inevitável. “Devia ter sabido desde o início”, pensou.

Paige nunca soube quem tinha dado o primeiro passo, mas subitamente encontravam-se nos braços um do outro e os lábios de Jason estavam sobre os seus, parecendo ser a coisa mais natural do mundo. Começaram a despir-se e ambos pareciam estar cheios de pressa. Pouco depois, estavam na cama e ele fazia amor com ela.

- Meu Deus - sussurrou ele. - Amo-te tanto.

- Eu sei - brincou Paige. - Desde que te mandei vestir uma bata branca.

Depois de terem feito amor, Paige disse:

- Gostava de passar a noite aqui.

Jason sorriu:

- E não me vais odiar de manhã?

- Prometo.

Paige passou a noite com Jason, a conversar… a fazer amor… a conversar.

De manhã, fez-lhe o pequeno-almoço.

Jason ficou a vê-la e disse:

- Não sei como tive tanta sorte, mas obrigada.

- Eu é que sou a sortuda - respondeu-lhe Paige.

- Sabes uma coisa? Ainda não recebi a resposta ao meu pedido.

- Terás uma resposta esta tarde.

Nessa tarde, chegou ao escritório de Jason um mensageiro com um sobrescrito. Dentro, encontrava-se o cartão que Jason tinha enviado com a casa-modelo.

Minha ()

Nossa (x)

Coloca uma cruz.

Lou Dinetto ia ter alta do hospital. Kat foi ao quarto dele para se despedir.

Rhino e o Sombra estavam lá.

Quando entrou, Dinetto voltou-se para eles e ordenou:

- Desapareçam!

Kat ficou a vê-los deixarem o quarto. Dinetto olhou para ela e disse:

- Fico em dívida para consigo.

- Não me deve nada.

- É esse o valor que dá à minha vida? Soube que se vai casar.

- Exato.

- Com um médico.

- Sim.

- Bem, diga-lhe para cuidar bem de si, ou terá de se haver comigo.

- Dir-lhe -ei.

Houve uma pequena pausa:

- Lamento o que sucedeu a Mike.

- Ele vai ficar bom - disse Kat. - Tive uma longa conversa com ele. Ficará bem.

- Ainda bem. - Dinetto estendeu-lhe um sobrescrito volumoso:

- Um pequeno presente de casamento para si.

Kat abanou a cabeça:

- Não, obrigada.

- Mas…

- Cuide bem de si.

- Você, também. Sabe uma coisa? A senhora é uma mulher às direitas.

Vou dizer-lhe algo que quero que se lembre sempre.

Se alguma vez precisar de um favor, seja ele qual for, venha ter comigo.

Entendido?

- Entendido.

Sabia que ele dizia a verdade. E também sabia que nunca iria ter com ele.

Durante as semanas que se seguiram, Paige e Jason falavam por telefone três ou quatro vezes ao dia e viam-se sempre que ela não estava de serviço.

O hospital estava mais movimentado do que nunca.

Paige tinha estado de serviço trinta e seis horas cheias de urgências. Tinha acabado de adormecer no quarto dos médicos de serviço quando foi acordada pela campainha do telefone.

Encostou o auscultador ao ouvido: - ‘Tou?

- Doutora Taylor, pode vir ao quarto quatrocentos e vinte e dois, stat?

Paige procurou despertar. “Quarto 422. Um dos doentes do Dr. Barker.

Lance Kelly. Tinha acabado de fazer uma substituição da válvula mitral.

Qualquer coisa deve ter corrido mal.” Paige levantou-se e saiu para o corredor deserto. Decidiu não esperar pelo elevador e subiu as escadas a correr. “Talvez seja apenas uma enfermeira nervosa. Se for grave, telefonarei ao Dr. Barker”, pensou.

Entrou no quarto 422 e ficou à entrada, a olhar.

O doente tentava respirar e gemia. A enfermeira voltou-se para Paige, obviamente aliviada:

- Não sabia o que fazer, doutora. Eu…

Paige correu para junto da cama.

- O senhor vai ficar bom - disse, tentando tranquilizá-lo.

Tomou-lhe o pulso. A pulsação estava bastante irregular e rápida. A válvula mitral estava a funcionar mal.

- Vamos dar-lhe um sedativo - ordenou Paige. A enfermeira estendeu uma seringa e Paige injetou-a numa veia.

Paige voltou-se para a enfermeira: - Peça à enfermeira-chefe para reunir uma equipa operatória, stat. E mande chamar o doutor Barker!

Quinze minutos mais tarde, Kelly estava na mesa de operações. A equipa era constituída por duas enfermeiras-assistentes, uma auxiliar e dois residentes. Havia um monitor colocado ao alto do canto da sala, para mostrar o ritmo cardíaco, o ECG e a pressão arterial.

O anestesista entrou e Paige teve vontade de o insultar.

A maioria dos anestesistas do hospital eram médicos peritos, mas Herman Koch era uma excepção. Paige já tinha trabalhado com ele antes e tentava evitá-lo o mais possível.

Não confiava em Koch. Agora, não tinha outra opção.

Viu-o prender um tubo à garganta do doente, enquanto ela desdobrava um pedaço de papel com uma janela recortada e o colocava sobre o peito do doente.

- Metam um fio na veia jugular - pediu Paige.

Koch anuiu:

1 ... 43 44 45 46 47 48 49 50 51 ... 62
Перейти на страницу:
0
Сюжет
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Атмосфера
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Главный герой
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Общее впечатление
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
Итоговая оценка: 0.0 из 10 (голосов: 0 / История оценок)