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Cinquenta tons de cinza [em Portugues]

Электронная книга - «Cinquenta tons de cinza [em Portugues]». Краткое содержание книги:

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresario Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingenua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmatica reserva de Grey, esta desesperadamente atraida por ele. Incapaz de resistir a beleza discreta, a timidez e ao espirito independente de Ana, Grey admite que tambem a deseja mas em seus proprios termos. Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferencias de Grey, Ana hesita. Por tras da fachada de sucesso os negocios multinacionais, a vasta fortuna, a amada familia , Grey e um homem atormentado por demonios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana nao so descobre mais sobre seus proprios desejos, como tambem sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos...
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Sorrio, e conscientemente mordo o lábio. Ele me olha, especulando.

— Já fez isso antes?

— Não.

E não posso deixar de sentir uma pontinha de prazer com a negação.

— Ótimo — diz ele complacente e, acho eu, aliviado. — Mais uma primeira vez, Srta. Steele. — Ele me avalia — Bem, você ganhou a nota máxima em habilidades orais. Venha, vamos para a cama, estou lhe devendo um orgasmo.

Orgasmo! Mais um!

Rapidamente, ele sai da banheira, presenteando-me com minha primeira visão completa do Adônis, do deus grego que é Christian Grey. Minha deusa interior parou de dançar e está olhando também, boquiaberta e ligeiramente babando. Sua ereção está domada, mas ainda é substancial... Uau. Ele enrola uma pequena toalha na cintura, cobrindo o essencial, e me estende uma toalha maior e macia. Saindo da banheira, pego a mão que me estende. Ele me enrola na toalha, me puxa para seus braços, e me beija com força, enfiando a língua na minha boca, e fico com a sensação de que talvez esteja manifestando sua gratidão pelo meu primeiro boquete. Uau.

Ele se afasta, as mãos no meu rosto, olhando atentamente em meus olhos. Parece perdido.

— Aceite — sussurra com ardor.

Franzo a testa, sem entender.

— O quê?

— Nosso acordo. Ser minha. Por favor, Ana — murmura, implorando, enfatizando a última palavra e meu nome. Torna a me beijar com doçura e paixão antes de recuar e me olhar, piscando ligeiramente. Pega minha mão e me leva de novo para o quarto, e eu o sigo mansamente, trôpega. Pasma. Ele quer mesmo isso.

No quarto, ele me olha enquanto estamos parados ao lado da cama.

— Você confia em mim? — pergunta de repente.

Faço que sim com a cabeça, espantada ao me dar conta de que confio nele, sim. O que ele vai fazer comigo agora? Sinto uma onda de eletricidade me percorrer.

— Boa garota — diz, passando o polegar no meu lábio inferior.

Entra no closet e volta com uma gravata de jacquard de seda cinza prateada.

— Junte as mãos na frente do corpo — ordena ao tirar a toalha que me cobre e jogá-la no chão.

Faço o que ele pede, e ele amarra meus pulsos com a gravata, apertando bem. Seus olhos brilham de excitação. Ele puxa o nó. Está firme. Deve ter sido escoteiro para ter aprendido esse nó. E agora? Minha pulsação está lá nas alturas, meu coração palpitando num ritmo frenético. Ele corre os dedos pelas minhas marias-chiquinhas.

— Você parece uma garotinha com esse penteado — murmura, e se adianta.

Instintivamente, recuo até sentir a cama bater na dobra dos meus joelhos. Ele deixa cair sua toalha, mas não consigo tirar os olhos de seu rosto. A expressão dele é ardente, cheia de desejo.

— Ah, Anastasia, o que devo fazer com você? — pergunta ele ao me deitar na cama, deitando-se ao meu lado e levantando minhas mãos acima da cabeça. — Fique com as mãos nessa posição, sem abaixar, entendeu?

Seus olhos queimam os meus, e a intensidade me tira o fôlego. Este não é um homem que eu queira contrariar... nunca.

— Responda — exige ele, a voz macia.

— Não vou mexer as mãos. — Mal consigo respirar.

— Boa garota — murmura, e calculadamente lambe os lábios devagar.

Fico hipnotizada pela língua dele passando lentamente no lábio superior. Ele me olha nos olhos, observando, avaliando. Então se abaixa e me dá um beijo casto.

— Vou beijar você todinha, Srta. Steele — diz baixinho, e pega meu queixo, forçando-o para cima, o que lhe dá acesso ao meu pescoço. Seus lábios deslizam, beijando, chupando e mordendo de leve até a pequena depressão na base do pescoço. Meu corpo está alerta... todo ele. Aquela experiência do banho me deixou com a pele hipersensível. Meu sangue excitado se concentra no meu baixo ventre, entre as pernas, bem ali embaixo. Gemo.

Quero tocar nele. Mexo as mãos de um jeito um tanto canhestro, uma vez que estou amarrada, e sinto seu cabelo. Ele para de me beijar e me olha, balançando a cabeça, me repreendendo. Pega minhas mãos e as coloca de novo acima da minha cabeça.

— Não mexa as mãos, senão vamos ter que começar tudo de novo — adverte com suavidade.

Ah, ele é tão provocante...

— Quero tocar em você. — Minha voz está ofegante e descontrolada.

— Eu sei — concorda. — Mantenha as mãos acima da cabeça — ordena, a voz firme.

Ele torna a segurar meu queixo e começa a beijar meu pescoço como antes. Ah... é muito difícil me controlar. Suas mãos passeiam pelo meu corpo e pelos meus seios enquanto ele alcança com os lábios a base do meu pescoço. Rodeia-a com a ponta do nariz e inicia o cruzeiro preguiçoso de sua boca, rumo ao sul, seguindo a trilha de suas mãos, e descendo do pescoço até os seios. Cada parte é beijada e mordida delicadamente, e meus mamilos são chupados com suavidade. Puta merda. Meus quadris começam a se mexer por conta própria, seguindo o ritmo de sua boca em mim, e estou desesperadamente tentando me lembrar de manter as mãos acima da cabeça.

— Fique quieta — avisa ele, o hálito quente em minha pele. Atingindo meu umbigo, ele enfia a língua ali dentro, e passa os dentes com delicadeza na minha barriga. Arqueio o corpo, desencostando-o da cama.

— Hum. Você é muito gostosa, Srta. Steele.

Ele desliza o nariz pela linha entre minha barriga e meus pelos pubianos, mordendo-me com delicadeza, provocando-me com a língua. De repente, se senta e se ajoelha aos meus pés, segurando meus tornozelos e abrindo bem minhas pernas.

Puta merda. Ele pega meu pé esquerdo, dobra meu joelho e põe meu pé na boca. Observando e avaliando todas as minhas reações, beija ternamente cada um dos meus dedos, depois dá mordidas leves nas partes carnudas. Quando chega no dedo mindinho, morde com mais força, e eu estremeço, gemendo. Ele desliza a língua pela planta do meu pé — e não consigo mais olhar. É muito erótico. Vou entrar em combustão. Fecho os olhos com força e tento absorver e administrar todas as sensações que ele está criando. Beija meu tornozelo e vai deixando uma trilha de beijos da panturrilha até o joelho, parando logo acima. Aí começa no meu pé direito, repetindo todo o processo sedutor e enlouquecedor.

— Ah, por favor — gemo quando morde meu dedo mindinho, o que ressoa nas minhas entranhas.

— Que delícia, Srta. Steele — diz baixinho.

Dessa vez, ele não para no joelho, continua pela parte interna da minha coxa, abrindo minhas pernas. E sei o que ele vai fazer, e uma parte de mim quer empurrá-lo para longe porque estou mortificada e envergonhada. Vai me beijar ali! Eu sei. E uma parte de mim está se regozijando com a expectativa. Ele passa para minha outra perna e vai subindo pela coxa, lambendo, chupando e, ali, entre minhas pernas, passa o nariz de cima a baixo no meu sexo, bem devagar, com muita delicadeza. Contorço-me... Nossa.

Ele para, esperando que eu me controle. Acalmo-me e levanto a cabeça para olhar para ele, a boca aberta enquanto meu coração disparado se esforça para sossegar.

— Sabe quanto seu cheiro é embriagador, Srta. Steele? — murmura e, mantendo os olhos nos meus, enfia o nariz nos meus pelos pubianos e inspira.

Fico toda vermelha, sentindo-me fraca, e fecho os olhos na mesma hora. Não consigo olhar enquanto ele faz isso!

Christian vai chupando meu sexo em toda a sua extensão. Ah, porra...

— Gosto disso. — Ele puxa com delicadeza meus pelos. — Talvez possamos mantê-los.

— Ah... por favor — imploro.

— Hum, gosto quando você implora, Anastasia.

Gemo.

— Olho por olho não costuma ser meu estilo, Srta. Steele — sussurra ele, chupando-me delicadamente sem parar. — Mas você me deu prazer hoje e deve ser recompensada.

Ouço o tom malicioso de sua voz, e enquanto meu corpo vibra com aquelas palavras, começa a passar a língua em volta do meu clitóris, abaixando minhas coxas com as mãos.

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