Бесплатная библиотека
Читайте книгу на сайте или телефоне
READ-E-BOOK » Любовь и отношения » Cinquenta tons de cinza [em Portugues]
Cinquenta tons de cinza [em Portugues] - Читать Любимую Русскую Полную Книгу 👉 Read-E-Book.com

Cinquenta tons de cinza [em Portugues]

Электронная книга - «Cinquenta tons de cinza [em Portugues]». Краткое содержание книги:

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresario Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingenua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmatica reserva de Grey, esta desesperadamente atraida por ele. Incapaz de resistir a beleza discreta, a timidez e ao espirito independente de Ana, Grey admite que tambem a deseja mas em seus proprios termos. Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferencias de Grey, Ana hesita. Por tras da fachada de sucesso os negocios multinacionais, a vasta fortuna, a amada familia , Grey e um homem atormentado por demonios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana nao so descobre mais sobre seus proprios desejos, como tambem sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos...
1 ... 33 34 35 36 37 38 39 40 41 ... 126
Перейти на страницу:

— Sim.

Meu celular começa a tocar. Kate, aposto.

Com licença.

O celular está na cozinha. Vou até lá e me debruço no balcão, sem olhar o número.

— Kate.

Dios mío, Ana! — Puta merda, é José. Ele parece desesperado. — Onde você está? Ando tentando falar com você. Preciso encontrá-la, para me desculpar pelo meu comportamento na sexta-feira. Por que não retornou minhas ligações?

— Olha, José, agora não é uma boa hora.

Olho ansiosa para Christian, que me observa atentamente, o rosto impassível ao murmurar alguma coisa para a mãe. Viro de costas para ele.

— Onde você está? Kate está sendo muito evasiva — resmunga ele.

— Estou em Seattle.

— O que você está fazendo em Seattle? Está com ele?

— José, ligo para você depois. Não posso falar agora.

Desligo.

Volto despreocupadamente para Christian e sua mãe. Grace está no meio de uma frase.

— ...e Elliot ligou para dizer que você estava aqui. Não vejo você há duas semanas, querido.

— Ele ligou agora? — murmura Christian, observando-me, a expressão impenetrável.

— Achei que podíamos almoçar juntos, mas vejo que você tem outros planos, e não quero atrapalhar seu dia.

Ela pega o sobretudo creme e se vira para ele, oferecendo o rosto. Ele lhe dá um beijinho rápido, carinhoso. Ela não o toca.

— Tenho que levar Anastasia de volta para Portland.

— Claro, querido. Anastasia, foi um grande prazer. Espero que a gente torne a se encontrar.

Ela me estende a mão, os olhos brilhando, e nos cumprimentamos.

Taylor aparece de... onde?

Sra. Grey? — pergunta ele.

— Obrigada, Taylor.

Ele a acompanha através das portas duplas até o hall. Taylor estava lá o tempo todo? Há quanto tempo? Por onde andava?

Christian me olha furioso.

— Então o fotógrafo ligou?

Merda.

— Ligou.

— O que ele queria?

— Só se desculpar. Por sexta-feira.

Ele franze o cenho.

— Entendi — diz simplesmente.

Taylor volta.

— Sr. Grey, há um problema com o carregamento de Darfur.

Christian faz um gesto seco de cabeça para ele.

— Charlie Tango voltou ao Campo da Boeing?

— Sim, senhor.

Taylor me cumprimenta com a cabeça.

— Srta. Steele.

Sorrio timidamente, e ele se retira.

— Ele mora aqui? Taylor?

— Mora.

Seu tom é entrecortado. Qual é o problema?

Christian pega o BlackBerry na cozinha e manda uns e-mails, presumo. Contrai os lábios e faz uma ligação.

— Ros, qual é o problema? — pergunta secamente.

Ele escuta, olhando para mim, que fico ali parada no meio da enorme sala, sem saber para onde ir, sentindo-me extraordinariamente inibida e deslocada.

— Não aceito colocar nenhum tripulante em risco. Não, cancele... Vamos jogar pelo ar em vez disso... Ótimo.

Ele desliga. A simpatia desapareceu de seus olhos. Parece ameaçador, e após me olhar rapidamente, entra no escritório e volta pouco depois.

— Este é o contrato. Leia-o, e vamos conversar sobre ele na semana que vem. Sugiro que faça algumas pesquisas, para saber no que está se envolvendo. — Faz uma pausa. — Isto é, se você concordar, e espero que concorde — acrescenta, o tom mais suave, ansioso.

— Pesquisas?

— Você vai ficar espantada com o que se pode encontrar na internet — murmura.

Internet! Não tenho um computador só meu, uso o laptop de Kate, e naturalmente não poderia usar o da Clayton’s para esse tipo de “pesquisa”.

— O que foi? — pergunta ele, inclinando a cabeça para o lado.

— Eu não tenho computador. Normalmente uso os computadores da faculdade. Vou ver se posso usar o laptop da Kate.

Ele me entrega um envelope pardo.

— Tenho certeza que posso... hã, emprestar um para você. Pegue suas coisas. Vamos de carro para Portland, e almoçamos no caminho. Preciso me vestir.

— Só vou dar um telefonema — digo.

Só quero ouvir a voz de Kate. Ele franze a testa.

— Para o fotógrafo? — Cerra os dentes com um olhar inflamado. Pestanejo. — Eu não gosto de compartilhar, Srta. Steele. Lembre-se disso.

Seu tom calmo, gelado, é um aviso, e, com um olhar frio e demorado para mim, ele volta para o quarto.

Nossa. Eu só queria ligar para Kate, tenho vontade de gritar para ele, mas sua repentina atitude de afastamento me paralisou. O que aconteceu com o homem generoso, relaxado e sorridente que estava fazendo amor comigo meia hora atrás?

* * *

— PRONTA? — pergunta Christian enquanto estamos parados ao lado das portas duplas do hall.

Faço que sim com a cabeça sem convicção. Ele voltou a incorporar sua persona distante, educada e tensa, usando novamente a máscara. Está levando uma bolsa de couro transpassada no corpo. Por que precisa disso? Talvez vá ficar em Portland, e então me lembro da formatura. Ah, sim... ele estará lá na quinta-feira. Usa uma jaqueta de couro preta. Sem dúvida, não parece o multimultimilionário, bilionário ou seja lá o que for, com essa roupa. Parece um bad boy, talvez um astro de rock mal-comportado ou um modelo de passarela. Suspiro internamente, desejando ter um décimo da sua compostura. Ele é muito calmo e controlado. Franzo a testa, lembrando sua explosão por causa de José... Pelo menos aparentou ser.

Taylor está rondando por ali.

— Amanhã, então — diz ele a Taylor, que assente.

— Sim, senhor. Que carro vai usar?

Ele me olha rapidamente.

— O R8.

— Boa viagem, Sr. Grey. Srta. Steele. — Taylor me olha com simpatia, embora talvez haja uma pontinha de pena escondida no fundo de seus olhos.

Sem dúvida, ele pensa que sucumbi aos hábitos sexuais duvidosos do Sr. Grey. Ainda não, só a seus hábitos sexuais excepcionais, ou vai ver que o sexo é assim para todo mundo. Franzo as sobrancelhas para essa ideia. Não tenho com o que comparar, e não posso perguntar a Kate. Isso é um problema que vou ter que abordar com Christian. É normalíssimo eu falar com alguém — e não posso falar com ele se num momento é receptivo e em seguida fica distante.

Taylor segura a porta para nós e nos acompanha até a saída. Christian chama o elevador.

— O que foi, Anastasia? — pergunta. — Como sabe que estou remoendo uma coisa na cabeça? Ele pega o meu queixo. — Pare de morder o lábio, ou vou transar com você aqui no elevador, e nem quero saber se vai aparecer alguém.

Enrubesço, mas há um vestígio de sorriso em seus lábios. Finalmente, seu humor parece mudar.

— Christian, estou com um problema.

— O que é? — Tenho toda a sua atenção.

O elevador chega. Entramos, e Christian aperta o botão marcado com um “G”.

— Bem... — Fico vermelha. Como dizer isso? — Preciso falar com Kate. Tenho muitas perguntas sobre sexo, e você está muito envolvido. Se quiser que eu faça essas coisas, como vou saber...? — Paro, tentando encontrar as palavras certas. — Eu simplesmente não tenho nenhuma referência.

Ele revira os olhos.

— Fale com ela, se precisar. — Parece exasperado. — Só não deixe que ela mencione nada para Elliot.

Irrito-me com a insinuação dele. Kate não é assim.

Ela não faria isso, e eu não contaria nada que ela me contasse de Elliot, se ela contasse alguma coisa — acrescento depressa.

— Bem, a diferença é que eu não quero saber da vida sexual dele — murmura Christian secamente. — Elliot é um filho da mãe intrometido. Mas só fale a respeito do que já fizemos até agora — avisa ele. — Ela provavelmente me castraria se soubesse o que pretendo fazer com você — acrescenta num tom de voz tão baixo que não tenho certeza se era para eu ouvir.

1 ... 33 34 35 36 37 38 39 40 41 ... 126
Перейти на страницу:
0
Сюжет
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Атмосфера
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Главный герой
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Общее впечатление
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
Итоговая оценка: 0.0 из 10 (голосов: 0 / История оценок)