Cinquenta tons de cinza [em Portugues]
- Автор: Джеймс Эрика Леонард
- Серия: Cinquenta Sombras #1
- Год: 2012
- Язык: португальский
- Жанр: Любовь и отношения
Электронная книга - «Cinquenta tons de cinza [em Portugues]». Краткое содержание книги:
Ele retira a calça do pijama e entra atrás de mim. A água sobe quando ele se senta e me puxa contra o peito. Coloca as pernas compridas sobre as minhas, os joelhos dobrados e os tornozelos na altura dos meus, e afasta os pés, abrindo minhas pernas. Arquejo, espantada. Seu nariz está no meu cabelo e aspira profundamente.
— Você é muito cheirosa, Anastasia.
Um tremor percorre todo o meu corpo. Estou nua numa banheira com Christian Grey. Ele está nu. Se alguém me dissesse que eu faria isso quando acordei na suíte dele no hotel ontem, eu não acreditaria.
Ele pega um vidro de sabonete líquido da prateleira embutida ao lado da banheira e espreme uma quantidade na mão. Esfrega uma mão na outra, fazendo uma espuma macia, encosta as duas mãos no meu pescoço e começa a me ensaboar até os ombros com seus dedos longos e fortes. Suspiro. O toque de suas mãos faz eu me sentir muito bem.
— Está gostando? — Quase posso ouvir seu sorriso.
— Hum.
Ele esfrega meus braços, depois vai para as axilas, lavando-as delicadamente. Ainda bem que Kate insistiu para que eu me raspasse. As mãos dele deslizam nos meus seios, e respiro fundo quando seus dedos os rodeiam e começam a massageá-los de maneira delicada, mas firme. Arqueio o corpo instintivamente, pressionando os seios nas mãos dele. Meus mamilos estão doloridos, muito doloridos, sem dúvida devido ao tratamento nada delicado que receberam ontem à noite. Ele não se demora muito e desliza as mãos para minha barriga. Minha respiração acelera e meu coração dispara. Sua ereção me pressiona por trás. Dá muito tesão saber que é meu corpo que faz com que ele se sinta assim. Rá... não o seu cérebro, desdenha meu inconsciente. Descarto o pensamento inoportuno.
Ele para e pega uma esponja enquanto ofego encostada nele, desejando-o... precisando dele. Minhas mãos descansam em suas coxas firmes e musculosas. Ele coloca mais sabonete na esponja e se inclina para lavar entre minhas pernas. Prendo a respiração. Os dedos dele me estimulando através da trama da esponja, isso é divino, e meus quadris começam a mexer em seu próprio ritmo, pressionando a mão dele. À medida que as sensações tomam conta de mim, inclino a cabeça para trás, revirando os olhos, a boca entreaberta, e gemo. A pressão está aumentando lenta e inexoravelmente dentro de mim... ai, meu Deus.
— Assim, mesmo, baby. — Christian sussurra no meu ouvido, e com muita delicadeza, morde o lóbulo da minha orelha. — Faça assim para mim.
Minhas pernas estão imprensadas pelas dele na lateral da banheira, permitindo-lhe fácil acesso às minhas partes mais íntimas.
— Ah... por favor — suspiro. Tento esticar as pernas enquanto meu corpo se enrijece. Estou num estado de submissão sexual total, e ele não permite que eu me mexa.
— Acho que agora você já está suficientemente limpa — diz ele, e para.
O quê! Não! Não! Não! Minha respiração é entrecortada.
— Por que você parou? — suspiro.
— Porque tenho outros planos para você, Anastasia.
O quê... ai, meu Deus... mas... eu estava... isso não é justo.
— Vire-se para mim. Eu também preciso ser esfregado — murmura ele.
Ah! Virando-me, fico chocada ao ver que ele está segurando firme seu pau. Meu queixo cai.
— Quero que você conheça, que fique íntima da minha parte preferida e mais prezada do meu corpo. Sou muito ligado a ela.
É tão grande e ainda está aumentando. Ultrapassa a linha da água, que bate em seu quadril. Olho para ele e fico cara a cara com seu sorriso malicioso. Ele está se divertindo com minha expressão de espanto. Percebo que estou olhando fixo. Engulo em seco. Isso estava dentro de mim! Parece impossível. Ele quer que eu toque nele. Hum... tudo bem, vamos lá.
Sorrio, pego o sabonete líquido, e coloco um pouco na mão. Faço como ele fez, esfregando o líquido até ficar com as mãos cheias de espuma. Não tiro os olhos dele. Meus lábios estão entreabertos para respirar melhor... de propósito, mordo delicadamente o lábio inferior e corro a língua por ele, localizando o ponto que meus dentes apertavam. Seus olhos estão sérios e sombrios, e se arregalam à medida que passo a língua no lábio inferior. Estico o braço e envolvo-o com as mãos, imitando o jeito que ele segura. Ele fecha os olhos um instante. Nossa... está muito mais duro do que eu esperava. Aperto, e ele põe a mão em cima da minha.
— Assim — sussurra, e mexe a mão para cima e para baixo, pressionando com firmeza meus dedos, que o apertam com mais força. Ele fecha os olhos de novo, e sua respiração fica presa na garganta. Quando torna a abri-los, vejo um olhar abrasador. — Isso mesmo.
Ele solta minha mão, deixando que eu continue sozinha, e fecha os olhos; eu faço aquele movimento de vaivém nele todo. Ele mexe o quadril, pressionando ligeiramente minhas mãos, e eu automaticamente o aperto mais. Um gemido gutural escapa de dentro dele. Foder a minha boca... hum. Eu me lembro dele enfiando o polegar na minha boca e pedindo para eu chupar com força. Ele abre a boca quando sua respiração fica mais intensa. Inclino-me para a frente, enquanto ele ainda mantém os olhos fechados, envolvo-o com os lábios e chupo timidamente, passando a língua na pontinha.
— Hum... Ana.
Ele arregala os olhos, e eu chupo com mais força.
— Hum...
É duro e macio ao mesmo tempo, como aço revestido de veludo, e surpreendentemente gostoso. Salgado e suave.
— Nossa — geme ele, fechando os olhos de novo.
Eu me abaixo e o enfio na boca. Ele geme de novo. Rá! Minha deusa interior está elétrica. Posso fazer isso. Posso fodê-lo com a boca. Giro a língua pela pontinha de novo, e ele flexiona e levanta os quadris. Está com os olhos abertos agora, excitadíssimos. Seus dentes estão cerrados e ele continua o movimento de vaivém, eu o enfio mais ainda na boca, apoiando-me em suas coxas. Sinto suas pernas tensas embaixo das minhas mãos. Ele me agarra pelas marias-chiquinhas e começa a se mexer de verdade.
— Ai... que gostoso — murmura. Chupo com mais força, passando a língua pela cabeça de seu pau impressionante. Protegendo os dentes com os lábios, aperto a boca em volta dele. Ele sibila ao respirar com os dentes cerrados, e geme. — Nossa. Até onde você aguenta? — pergunta.
Hum... Enfio-o mais fundo ainda na boca, assim posso senti-lo até a garganta, e então novamente nos meus lábios. Minha língua gira em volta da cabeça. Ele é como um pirulito sabor Christian Grey, só meu e de mais ninguém. Chupo cada vez com mais força, enfiando-o mais e mais fundo, movimentando a língua em volta dele. Hum... Eu não tinha ideia que dar prazer podia provocar tanto tesão, vê-lo se contorcer sutilmente de desejo. Minha deusa interior está dançando merengue com passos de salsa.
— Anastasia, vou gozar na sua boca — seu tom ofegante é um sinal de alerta. — Se não quiser que eu goze, pare agora.
Ele mexe os quadris de novo, com os olhos arregalados, cautelosos, cheios de lascívia e desejo — ele me deseja. Deseja a minha boca... nossa.
As mãos dele estão segurando meu cabelo. Posso fazer isso. Pressiono com mais força ainda, e, num momento de extraordinária confiança, mostro os dentes. Isso o derruba. Ele grita e fica imóvel, e sinto o líquido quente e salgado descendo pela minha garganta. Engulo depressa. Argh... Não estou segura quanto a isso. Mas basta olhar para ele, e não ligo — ele desmontou na banheira por minha causa. Sento-me e o observo, um sorriso triunfante de satisfação estampado no rosto. Sua respiração está entrecortada. Ele abre os olhos e me fita.
— Você não engasga? — pergunta ele, espantado. — Meu Deus, Ana... isso foi gostoso, muito gostoso. Embora inesperado. — Ele franze a testa. — Sabe, você está sempre me surpreendendo.