Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]
- Автор: Джеймс Эрика Леонард
- Серия: Cinquenta Sombras #2
- Язык: португальский
- Жанр: Романы для взрослых
Электронная книга - «Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]». Краткое содержание книги:
— Agora a camiseta — sussurro e levanto-a pela barra. Ele me ajuda, erguendo os braços e recuando, para facilitar sua retirada. Uma vez sem a camisa, ele me olha intensamente, vestindo apenas a calça jeans que pende provocativa de seus quadris, expondo o elástico da cueca.
Meus olhos movem-se avidamente por sua barriga musculosa até o que sobrou da linha de batom, desbotada e manchada, e então para o seu peito. Tudo o que quero é correr a língua em meio aos pelos em seu peito, saborear seu gosto.
— E agora? — sussurra ele, os olhos brilhando.
— Quero beijar você aqui — deslizo o dedo de um lado a outro de seu quadril.
Ele entreabre os lábios e inspira fundo.
— Não a estou impedindo. — Ele solta o ar.
Seguro sua mão.
— Então é melhor você se deitar — murmuro e o levo para junto da cama com dossel. Ele parece perplexo, e me dou conta de que talvez ninguém tenha tomado as rédeas com ele desde... ela. Não, não pense nisso.
Levantando as cobertas, ele se senta na beirada da cama e olha para mim, esperando, a expressão cautelosa e séria. Fico diante dele e deixo a jaqueta jeans escorregar de meus ombros até cair no chão, depois tiro o moletom.
Ele esfrega o polegar nas pontas dos dedos. Sei que está se coçando para me tocar, mas suprime o desejo. Tomo fôlego e, reunindo toda a coragem que tenho, tiro a camiseta por sobre a cabeça, ficando nua diante dele. Seus olhos não deixam os meus, mas ele inspira e entreabre os lábios.
— Anastasia, você é a própria Afrodite — murmura.
Seguro seu rosto nas mãos, erguendo sua cabeça, e me debruço para beijá-lo. Ele solta um gemido grave, no fundo da garganta.
Assim que minha boca toca a dele, ele me agarra pelos quadris, e, antes que eu possa me dar conta, estou presa sob o seu corpo, suas pernas forçando as minhas a se separarem, ele se aninhando entre minhas pernas. E ele está me beijando, atacando minha boca, nossas línguas entrelaçadas. Sua mão corre de minha coxa até o quadril, e então para em minha barriga e sobe até meus seios, apertando e puxando meu mamilo sedutoramente.
Solto um gemido e flexiono o quadril involuntariamente contra ele, encontrando um delicioso atrito contra o fecho de sua calça e sua ereção crescente. Ele para de me beijar e me olha perplexo e sem fôlego. E então move o quadril, empurrando sua ereção contra mim... Isso. Bem aí.
Fecho os olhos e solto outro gemido, e ele repete, mas desta vez eu respondo, movendo-me com ele, deliciando-me com seus gemidos ao me beijar de novo. Christian continua a lenta e deliciosa tortura, esfregando-se em mim, eu me esfregando nele. E ele tem razão, nós nos perdemos um no outro, e é inebriante ao ponto de me fazer esquecer todo o resto. Todas as minhas preocupações desaparecem. Estou aqui, neste momento, com ele, o sangue correndo em minhas veias, vibrando alto nos ouvidos, misturado ao som de nossa respiração ofegante. Enterro as mãos em seu cabelo, segurando-o junto à minha boca, consumindo-o, minha língua tão faminta quanto a dele. Corro os dedos ao longo de seus braços e da parte inferior das costas até o cós da calça jeans e enfio minhas mãos atrevidas e gananciosas dentro dela, instando-o a continuar, mais e mais, esquecendo-me de tudo, exceto de nós.
— Você vai acabar comigo, Ana — sussurra ele de repente, soltando-se de mim e ajoelhando-se. Ele se desvencilha da calça num instante e me estende um envelopinho de papel laminado. — Você me quer, baby, e eu com certeza quero você. Você sabe o que fazer.
Com dedos ansiosos e hábeis, rasgo o pacote e coloco a camisinha nele. Christian sorri para mim, a boca aberta, os olhos cinzentos nebulosos e cheios de promessas carnais. Debruçando-se sobre meu corpo, ele esfrega o nariz no meu, os olhos fechados, e, deliciosamente, bem devagar, entra em mim.
Agarro seus braços e jogo o queixo para cima, entregando-me à plenitude extraordinária que é estar sob seu domínio. Ele corre os dentes ao longo do meu queixo, sai de mim e desliza de novo para dentro, tão lento, tão gentil, tão carinhoso, seu corpo pressionando o meu, os cotovelos e as mãos dos dois lados do meu rosto.
— Você me faz esquecer de tudo. Você é a melhor terapia — suspira ele, movendo-se a um ritmo dolorosamente lento, saboreando cada centímetro de mim.
— Por favor, Christian, mais rápido — murmuro, querendo mais.
— Ah, não, baby. Quero devagar. — Ele me beija com ternura, mordendo suavemente meu lábio inferior e absorvendo meus gemidos suaves.
Passo as mãos em seu cabelo e me entrego ao seu ritmo enquanto meu corpo lentamente sobe mais e mais, até cair, rápido e pesado, atingindo o orgasmo.
— Ah, Ana. — Ele suspira, entregando-se, meu nome uma bênção em seus lábios quando ele atinge o clímax.
* * *
SUA CABEÇA REPOUSA em minha barriga, os braços em volta de mim. Meus dedos passeiam por seu cabelo rebelde, e ficamos ali, por quanto tempo não sei. Está tão tarde, e estou tão cansada, mas tudo o que quero é desfrutar do sereno esplendor de fazer amor com Christian Grey, porque foi isso que fizemos: amor delicado e carinhoso.
Ele evoluiu muito, assim como eu, em tão pouco tempo. É quase coisa demais para digerir. Em meio a toda essa maluquice, estou perdendo de vista a jornada simples e honesta que ele está percorrendo comigo.
— Nunca vou me cansar de você. Não me deixe — murmura ele e beija minha barriga.
— Não vou a lugar algum, Christian, e pelo que me lembro eu que queria beijar sua barriga — resmungo, sonolenta.
Ele sorri junto à minha pele.
— Agora não tem nada impedindo você, baby.
— Acho que não sou capaz de me mexer... Estou tão cansada.
Christian suspira e, relutante, move o corpo, deitando-se ao meu lado, a cabeça apoiada no cotovelo, puxando as cobertas sobre nós. Ele olha para mim, os olhos reluzentes, cálidos e amorosos.
— Durma. — Ele beija o meu cabelo e passa o braço em volta de mim, e eu apago.
* * *
QUANDO ABRO OS OLHOS, o quarto está iluminado, fazendo-me piscar. Estou tonta de sono. Onde estou? Ah, no hotel...
— Oi — murmura Christian, sorrindo carinhosamente para mim. Está na cama, deitado ao meu lado, completamente vestido. Há quanto tempo está aqui? Estava me analisando? De repente, sinto-me incrivelmente tímida, e meu rosto esquenta sob seu olhar firme.
— Oi — respondo, feliz por estar de bruços. — Há quanto tempo você está me olhando?
— Eu poderia ver você dormir por horas, Anastasia. Mas estou aqui só há uns cinco minutos. — Ele se inclina e me dá um beijo suave. — A Dra. Greene vai chegar daqui a pouco.
— Ah. — Eu havia me esquecido da intromissão inadequada de Christian.
— Dormiu bem? — pergunta ele, com gentileza. — Deve ter dormido, com todo aquele ronco.
Ah, o Christian brincalhão e provocador.
— Eu não ronco! — respondo petulante, fazendo beicinho.
— Não. Não ronca. — Ele sorri para mim. A linha tênue de batom vermelho ainda visível ao redor de seu pescoço.
— Você tomou banho?
— Não. Estava esperando por você.
— Ah... tudo bem. Que horas são?
— Dez e quinze. Não tive coragem de acordar você antes, estava tão cansada... de partir o coração.
— Você me disse que nem sequer tinha coração.
Ele sorri com tristeza, mas não responde.
— O café da manhã está servido: panquecas e bacon para você. Venha, levante-se, estou começando a me sentir sozinho aqui. — Ele se levanta da cama, dando-me um tapa na bunda, o que me faz dar um pulo.
Hum... Essa é a ideia que Christian faz de afeto.
Ao me espreguiçar, todo o meu corpo dói... sem dúvida, é o resultado de todo o sexo e toda a dança e de tanto tempo me equilibrando em cima de sapatos de salto alto caríssimos. Caio para fora da cama e me arrasto até o suntuoso banheiro, repassando os acontecimentos do dia anterior em minha cabeça. Ao sair, estou usando um dos roupões de banho supermacios que estavam pendurados no cabide de bronze no banheiro.