Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]
- Автор: Джеймс Эрика Леонард
- Серия: Cinquenta Sombras #2
- Язык: португальский
- Жанр: Романы для взрослых
Электронная книга - «Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]». Краткое содержание книги:
Ele está sendo completamente franco, sem malícia, e é de tirar o fôlego. Adoro-o mais do que tudo e todos. Amo esse homem incondicionalmente.
Jogo-me em cima dele com tanta força que ele tem que soltar o que está carregando para me segurar enquanto o empurro contra a parede. Pegando seu rosto entre as mãos, puxo seus lábios para junto dos meus, provando sua surpresa ao enfiar minha língua em sua boca. Estou de pé um degrau acima dele, estamos da mesma altura, e me sinto euforicamente fortalecida. Beijando-o fervorosamente, correndo os dedos por seus cabelos, minha vontade é tocá-lo em todos os lugares, mas me contenho, consciente de seu medo. Mesmo assim, meu desejo se eleva, quente e denso, florescendo dentro de mim. Ele geme e agarra meus ombros, afastando-me.
— Quer que eu coma você na escada? — murmura, a respiração entrecortada. — Porque, desse jeito, é isso que vou fazer.
— Quero — murmuro, e tenho certeza de que meu olhar escurecido é tão ardente quanto o dele.
Ele me fita, seus olhos sombrios e densos.
— Não. Quero você na minha cama.
Ele me ergue de repente, passando-me por cima do ombro e me fazendo gritar bem alto. Então me dá uma palmada na bunda, o que me faz gritar de novo. Ao descer as escadas, ele se abaixa para pegar a barra separadora do chão.
A Sra. Jones está saindo do quarto dos fundos quando passamos pelo corredor. Ela sorri para nós e eu aceno, de cabeça para baixo, num pedido de desculpas. Acho que Christian nem a viu.
No quarto, ele me coloca de pé e joga a barra na cama.
— Não acho que você vai me machucar — ofego.
— Também não acho que vou machucar você— diz ele.
Ele segura minha cabeça nas mãos e me dá um beijo longo e intenso, inflamando meu sangue já aquecido.
— Quero tanto você — sussurra contra minha boca, ofegante. — Você tem certeza a respeito disso... depois do que aconteceu hoje?
— Tenho. Também quero você. Quero tirar sua roupa.
Mal posso esperar para colocar as mãos nele, meus dedos estão coçando para tocá-lo. Seus olhos se arregalam e ele hesita por um instante, talvez considerando meu pedido.
— Tudo bem — diz, com cautela.
Pego o segundo botão de sua camisa e o ouço prender a respiração.
— Não vou tocar você se você não quiser — sussurro.
— Não — responde ele rapidamente. — Toque. Está tudo bem. Estou bem — balbucia.
Com cuidado, abro o botão e meus dedos deslizam para baixo ao longo da camisa até o botão seguinte. Seus olhos estão arregalados e brilhantes, seus lábios se abrem à medida que sua respiração se acelera. Ele é tão lindo, apesar de seu medo... por causa de seu medo. Abro o terceiro botão e observo o pelo macio saltar pelo grande V da camisa.
— Quero beijar você aí — murmuro.
Ele inspira profundamente.
— Quer me beijar?
— É — murmuro.
Ele arqueja assim que abro o botão seguinte e, muito lentamente, debruço-me, deixando minha intenção muito clara. Ele está prendendo a respiração, mas permanece completamente imóvel enquanto eu deixo um beijo suave nos pelos macios e enrolados. Abro o último botão e ergo o rosto para ele. Ele está me observando, e vejo nele um olhar de satisfação, tranquilidade e... espanto.
— Está ficando mais fácil, não é? — sussurro.
Ele faz que sim com a cabeça e deslizo lentamente a camisa por seus ombros deixando-a cair no chão.
— O que você fez comigo, Ana? — murmura ele. — O que quer que seja, não pare.
Christian me pega em seus braços, enfiando ambas as mãos em meu cabelo e puxando minha cabeça para trás, para deixar meu pescoço à mostra. E corre os lábios até o meu queixo, mordiscando de leve. Solto um gemido. Ah, eu quero esse homem. Meus dedos tateiam junto à sua cintura, abrindo o botão da calça e puxando o zíper para baixo.
— Ah, baby — Ele suspira enquanto me beija atrás da orelha.
Sinto sua ereção, firme e dura, crescendo contra mim. Quero-o... em minha boca. De repente, dou um passo para trás e fico de joelhos.
— Nossa! — Ele se assusta.
Arranco a calça e a cueca bruscamente, e ele surge, livre. Antes que Christian possa me interromper, enfio-o na boca, sugando-o com força, deleitando-me com seu espanto. Embasbacado, ele me olha, observando cada movimento meu, os olhos sombrios e repletos de êxtase. Meu Deus. Cubro os dentes e chupo com mais força. Ele fecha os olhos e se entrega a esse prazer carnal e feliz. Eu sei o que provoco nele, e é uma sensação hedonista, libertadora e sexy para cacete. É inebriante, não sou apenas poderosa, sou onisciente.
— Cacete — sussurra ele e segura minha cabeça com carinho, flexionando o quadril para entrar mais fundo em minha boca.
Isso, eu quero isso, e brinco com a língua em torno dele, sugando com força... mais e mais.
— Ana. — Ele tenta dar um passo para trás.
Ah, não, não faça isso, Grey. Quero você. Agarro seus quadris com força, dobrando meus esforços, e sei que ele está perto.
— Por favor. — Ele ofega. — Eu vou gozar, Ana — diz, gemendo.
Ótimo. Minha deusa interior está com a cabeça jogada para trás, em êxtase, e ele goza em minha boca, gritando.
Ele abre os olhos cinzentos e iluminados, encarando-me, e eu sorrio para ele, lambendo os lábios. Ele sorri de volta para mim, um sorriso perverso e picante.
— Ah, então esse é o jogo que estamos jogando, Srta. Steele? — Ele se abaixa, passa as mãos por debaixo de meus braços e me coloca de pé. De repente, sua boca está colada à minha. Ele geme. — Posso sentir o meu gosto. Prefiro o seu — sussurra contra a minha boca.
Ele arranca minha camiseta e larga-a de qualquer jeito no chão, depois me ergue e me joga na cama. Segurando a bainha de minha calça de moletom, ele a puxa abruptamente, tirando-a num movimento rápido. Estou nua em sua cama. Esperando. Desejando. Seus olhos se deliciam, e, bem devagar, ele tira o restante de suas roupas, sem desviar os olhos de mim.
— Você é uma mulher linda, Anastasia — murmura, em admiração.
Hum... inclino a cabeça e o encaro de um jeito coquete.
— Você é um homem lindo, Christian, e tem um gosto maravilhoso.
Ele me lança um sorriso perverso e pega a barra separadora. Agarrando meu tornozelo esquerdo, ele o algema depressa, apertando, mas não demais. E testa quanto espaço eu tenho deslizando o mindinho por entre a algema e meu tornozelo; nem tira os olhos dos meus, sequer precisa ver o que está fazendo. Hum... ele já fez isso antes.
— Vamos ter que ver que gosto você tem. Se bem me lembro, você é uma iguaria rara e deliciosa, Srta. Steele.
Ah.
Agarrando meu outro tornozelo, ele o algema depressa e com muita eficiência, e meus pés ficam a uns sessenta centímetros de distância um do outro.
— A vantagem deste separador é que ele se expande — murmura ele.
Ele aperta alguma coisa na barra e então a empurra, de forma que minhas pernas se separam ainda mais. Uau, quase um metro de distância. Fico boquiaberta e inspiro fundo. Nossa, isso é sensual. Estou pegando fogo, inquieta e necessitada.
Christian lambe o lábio inferior.
— Ah, nós vamos nos divertir com isso, Ana.
Esticando-se, ele agarra a barra e a gira, virando-me de bruços e me pegando de surpresa.
— Está vendo o que eu posso fazer com você? — diz ele, numa voz sombria, e a gira de novo, abruptamente, deixando-me mais uma vez de barriga para cima, encarando-o, embasbaca e sem fôlego. — Já essas algemas são para os pulsos. Ainda tenho que pensar se vou usá-las. Depende se você se comportar ou não.
— Quando eu não me comporto?
— Posso pensar em algumas infrações — diz ele de mansinho, passando os dedos pelas solas de meus pés. Sinto cócegas, mas a barra me mantém presa, embora eu tente me esquivar de seus dedos. — O BlackBerry, por exemplo.
Ofego.
— O que você vai fazer?