Бесплатная библиотека
Читайте книгу на сайте или телефоне
READ-E-BOOK » Любовь и отношения » Cinquenta tons de cinza [em Portugues]
Cinquenta tons de cinza [em Portugues] - Читать Любимую Русскую Полную Книгу 👉 Read-E-Book.com

Cinquenta tons de cinza [em Portugues]

Электронная книга - «Cinquenta tons de cinza [em Portugues]». Краткое содержание книги:

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresario Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingenua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmatica reserva de Grey, esta desesperadamente atraida por ele. Incapaz de resistir a beleza discreta, a timidez e ao espirito independente de Ana, Grey admite que tambem a deseja mas em seus proprios termos. Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferencias de Grey, Ana hesita. Por tras da fachada de sucesso os negocios multinacionais, a vasta fortuna, a amada familia , Grey e um homem atormentado por demonios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana nao so descobre mais sobre seus proprios desejos, como tambem sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos...
1 ... 49 50 51 52 53 54 55 56 57 ... 126
Перейти на страницу:

— Traga seu vinho — murmura.

Dando-lhe a mão, deslizo para sair e fico em pé ao lado dele. Ele solta minha mão, pega meu cotovelo e me conduz ao mezanino pela imponente escada em frente ao bar. Um rapaz de libré vem ao nosso encontro.

— Sr. Grey, por aqui.

Atravessamos com ele uma luxuosa área de estar até uma sala de jantar íntima. Só uma mesa isolada. A sala é pequena, mas suntuosa. Embaixo de um lustre cintilante, a mesa posta com uma toalha de linho branca, copos de cristal, talheres de prata e um ramo de rosas brancas. Há um encanto sofisticado do velho mundo impregnado na sala de lambris de madeira. O garçom puxa minha cadeira, e eu me sento. Ele coloca o guardanapo no meu colo. Christian senta-se em frente a mim. Olho para ele.

— Não morda o lábio — sussurra.

Franzo a testa. Droga. Nem sei o que estou fazendo.

— Eu já fiz os pedidos. Espero que não se importe.

Francamente, estou aliviada. Não tenho certeza se tenho capacidade de tomar mais nenhuma decisão.

— Não, está ótimo — concordo.

— É bom saber que você pode se resignar. Agora, onde estávamos?

— No x da questão.

Tomo mais um bom gole de vinho. É mesmo uma delícia. Christian Grey entende de vinho. Lembro-me do último gole que ele me deu, em minha cama. Coro com essa lembrança intrusiva.

— Sim, as suas questões.

Ele retira uma folha de papel do bolso interno do paletó. Meu e-mail.

— Cláusula 2. Aceita. Isso beneficia a nós dois. Redigirei de novo.

Pisco para ele. Puta merda... vamos examinar cada um desses pontos, um a um? Eu simplesmente não me sinto tão corajosa cara a cara. Ele parece muito sério. Preparo-me para o pior com mais um gole de vinho. Christian continua.

— Minha saúde sexual. Bem, todas as minhas parceiras anteriores fizeram exames de sangue, e eu faço exames regulares a cada seis meses para todos os riscos de saúde que você menciona. Todos os meus testes recentes estão bons. Nunca usei drogas. Na verdade, sou veementemente contra drogas. Tenho uma política rígida de não tolerância com relação a drogas para todos os meus empregados, e insisto em testes aleatórios.

Nossa... mania de controle levada à loucura. Pisco para ele, chocada.

— Nunca fiz nenhuma transfusão de sangue. Isso responde à sua pergunta?

Balanço a cabeça, impassível.

— Sua questão seguinte, eu já mencionei. Você pode ir embora a qualquer momento, Anastasia. Não vou impedi-la. Mas se for, acabou. Só para você saber.

— Tudo bem — respondo baixinho.

Se eu for embora, acabou. A ideia é surpreendentemente dolorosa.

O garçom chega com nosso primeiro prato. Como posso comer? Ai, meu Deus — ele pediu ostras frescas num leito de gelo.

— Espero que goste de ostra — diz ele com a voz macia.

— Nunca comi.

Jamais.

— É mesmo? Bem. — Ele pega uma. — Basta deixar escorregar e engolir. Acho que consegue fazer isso.

Ele me olha, e sei a que está se referindo. Fico vermelha. Ele sorri para mim, espreme um pouco de limão na sua ostra e deixa-a escorregar na boca.

— Hum, que delícia. Tem gosto de mar. — Ele me olha. — Coma — encoraja.

— Então, eu não preciso mastigar?

— Não, Anastasia, não precisa.

Seus olhos brilham, divertidos. Ele parece mais jovem assim.

Mordo o lábio, e sua expressão muda na mesma hora. Ele fecha a cara para mim. Estico o braço e pego a primeira ostra da minha vida. Tudo bem... lá vai. Espremo um pouco de limão nela e jogo-a na boca. Ela escorrega goela abaixo, um gostinho de água do mar, sal, a acidez do limão e uma consistência... aah. Lambo os lábios, e ele está me observando atentamente, o olhar dissimulado.

— E aí?

— Vou comer outra — digo secamente.

— Muito bem — diz ele orgulhoso.

— Você escolheu ostras de propósito? Elas são famosas pelas propriedades afrodisíacas, não são?

— Não, as ostras são o primeiro item do menu. Não preciso de afrodisíaco perto de você. Acho que sabe disso, e imagino que você tenha a mesma reação a meu lado — diz ele simplesmente. — Então, onde estávamos?

Ele olha meu e-mail enquanto pego outra ostra.

Ele tem a mesma reação. Eu o afeto... uau.

— Obedecer a mim em tudo. Sim, quero que você faça isso. Preciso que faça isso. Pense nisso como um teatrinho, Anastasia.

— Mas tenho medo de que você me machuque.

— Machuque como?

— Fisicamente.

E emocionalmente.

— Acha mesmo que eu faria isso? Passar de qualquer limite que você não possa suportar?

— Você disse que já machucou uma pessoa antes.

— É, machuquei. Foi há muito tempo.

— Como a machucou?

— Eu a suspendi no teto do quarto de jogos. Na verdade, essa é uma das suas questões. Suspensão. É para isso que servem os mosquetões no quarto. Brincadeiras com corda. Uma das cordas estava muito apertada.

Faço um gesto, implorando para que ele pare.

— Não preciso saber de mais nada. Então você não vai me suspender?

— Não se você realmente não quiser. Você pode tornar isso um limite rígido.

— Tudo bem.

— Obedecer, então. Acha que consegue fazer isso?

Ele me encara, o olhar intenso. Os segundos passam.

— Eu poderia tentar — sussurro.

— Ótimo. — Ele sorri. — Agora a vigência. Um mês em vez de três não é nada, especialmente se você quiser um fim de semana longe de mim por mês. Acho que não conseguirei ficar longe de você por todo esse tempo. Mal consigo agora. — Ele para.

Ele não consegue ficar longe de mim? O quê?

— Que tal você ter um dia de um fim de semana por mês, mas eu ganhar uma noite no meio dessa semana?

— Tudo bem.

— E por favor, vamos experimentar por três meses. Se não gostar, pode ir embora quando quiser.

— Três meses?

Estou me sentindo coibida. Tomo mais um bom gole de vinho e como outra ostra. Eu poderia aprender a gostar disso.

— A questão da posse, isso é só terminologia e remonta ao princípio da obediência. É para colocá-la no estado de espírito certo, para entender meu ponto de vista. E quero que saiba que tão logo você entre pela porta da minha casa como minha submissa, faço o que quiser com você. Você tem que aceitar isso, e de bom grado. Por isso precisa confiar em mim. Eu vou foder você, a qualquer momento, do jeito que eu quiser, onde eu quiser. Vou discipliná-la, porque você vai fazer besteira. Vou treiná-la para me satisfazer.

“Mas sei que você nunca fez isso. Vamos começar devagar, e eu vou ajudá-la. Vamos desenvolver vários cenários. Quero que você confie em mim, mas sei que tenho que conquistar sua confiança e vou conquistá-la. A frase ‘ou de outra maneira qualquer’ também é para ajudá-la a entrar no espírito; significa que vale tudo.

Ele está muito apaixonado, fascinado. Essa é claramente sua obsessão, o jeito que ele é... Não consigo tirar os olhos dele. Ele quer muito, muito, isso. Para de falar e me encara.

— Ainda está acompanhando? — murmura, a voz quente e sedutora. Bebe um gole de vinho, o olhar penetrante prendendo o meu.

O garçom aparece à porta, e Christian faz um sinal de cabeça sutil, autorizando-o a retirar o prato de ostras.

— Quer mais vinho?

— Tenho que dirigir.

— Então, água?

Assinto com a cabeça.

— Com ou sem gás?

— Com gás, por favor.

O garçom se retira.

— Você está muito calada — comenta Christian.

— Você está muito falante.

Ele sorri.

— Disciplina. Há uma linha muito tênue entre prazer e dor, Anastasia. São dois lados da mesma moeda, e não há um sem o outro. Posso lhe mostrar quão prazerosa pode ser a dor. Você não acredita em mim agora, mas é isso que eu quero dizer com confiança. Vai haver dor, mas nada que você não possa suportar. Mais uma vez, tudo é confiança. Você confia em mim, Ana?

1 ... 49 50 51 52 53 54 55 56 57 ... 126
Перейти на страницу:
0
Сюжет
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Атмосфера
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Главный герой
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Общее впечатление
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
Итоговая оценка: 0.0 из 10 (голосов: 0 / История оценок)