Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]
- Автор: Джеймс Эрика Леонард
- Серия: Cinquenta Sombras #2
- Язык: португальский
- Жанр: Романы для взрослых
Электронная книга - «Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]». Краткое содержание книги:
— Diga o que você quer, Anastasia. — Seus olhos estão em chamas; os lábios, entreabertos, a respiração ofegante.
— Beije-me daqui até aqui — sussurro, arrastando o dedo a partir da base da orelha até o pescoço.
Ele tira o meu cabelo do caminho e se curva sobre mim, deixando beijos suaves ao longo do percurso de meu dedo, e depois faz o caminho de volta.
— A calça jeans e a calcinha — murmuro, e ele sorri junto do meu pescoço antes de se ajoelhar diante de mim.
Ah, eu me sinto tão poderosa. Com os polegares enfiados por dentro do cós, ele desce delicadamente a calça junto com a calcinha ao longo de minhas pernas. Eu dou um passo para fora dos sapatos e das roupas, de forma que fico só de sutiã. Ele para e olha para cima em expectativa, mas não se levanta.
— E agora, Anastasia?
— Beije-me — sussurro.
— Onde?
— Você sabe onde.
— Onde?
Hum, ele está bancando o durão. Envergonhada, aponto rapidamente para o local onde minhas coxas se encontram, e ele sorri com malícia. Fecho os olhos, mortificada, mas, ao mesmo tempo, muito excitada.
— Ah, com prazer. — Ele ri.
Ele me beija e brinca com a língua, essa língua experiente que inspira prazer. Solto um gemido e enfio as mãos em seu cabelo. Ele não para, a língua circulando o meu clitóris, deixando-me louca, de novo e de novo, indo e voltando. Ahhh... quanto tempo... faz...? Ah...
— Christian, por favor — imploro. Não quero gozar de pé. Não tenho força para isso.
— Por favor o quê, Anastasia?
— Faça amor comigo.
— Estou fazendo — murmura ele, soprando em mim suavemente.
— Não. Quero você dentro de mim.
— Você tem certeza?
— Por favor.
Ele continua com a sua tortura doce e deliciosa. Solto um gemido alto.
— Christian... por favor.
Ele se levanta e me olha, os lábios brilhando com a prova da minha excitação.
Que tesão...
— E então? — diz ele.
— E então, o quê? — pergunto ofegante, olhando para ele tomada de um desejo frenético.
— Ainda estou vestido.
Eu o encaro, confusa.
Tirar a roupa dele? Sim, eu posso fazer isso. Pego sua camisa e ele recua.
— Não — adverte. Merda, ele quer dizer a calça.
Hum, isso me dá uma ideia. Minha deusa interior fica animada, e eu caio de joelhos diante dele. Um tanto desajeitada e com as mãos tremendo, abro a calça e a puxo para baixo, junto com a cueca, e ele está livre. Uau.
Ergo o olhar para ele através dos cílios, e ele está olhando para mim com... o quê? Apreensão? Espanto? Surpresa?
Ele sai da calça e tira as meias, e eu o seguro, apertando-o com força, deslizando a mão para trás do jeito que ele me ensinou. Ele geme, seu corpo se enrijece, a respiração sibila por entre dentes cerrados. Com muito cuidado, eu o coloco na boca e o chupo com força. Hum, ele tem um gosto bom.
— Ah, Ana... ei, devagar.
Ele segura minha cabeça com ternura, e o enfio mais fundo em minha boca, pressionando meus lábios tão firmemente quanto posso, cobrindo os dentes e sugando com força.
— Caralho — sussurra ele.
Ah, que som gostoso, sensual e inspirador. Então eu repito, engolindo-o ainda mais fundo e rodopiando a língua na ponta. Hum... Eu me sinto como Afrodite.
— Ana, chega. Pare.
Faço de novo. Ande, Grey, implore. E mais uma vez.
— Ana, você já provou o quanto é boa — murmura ele entre dentes. — Eu não quero gozar na sua boca.
Repito ainda mais uma vez, e ele se abaixa, me agarra pelos ombros, me coloca de pé e me joga na cama. Arrancando a camisa, ele remexe a calça jeans largada no chão e, como um bom menino, tira do bolso um envelopinho de papel laminado. Está ofegante, como eu.
— Tire o sutiã — ele ordena.
Eu me sento e obedeço.
— Deite. Quero ver você.
Eu me deito, olhando para ele enquanto ele desenrola lentamente a camisinha. Eu o quero tanto. Ele me encara e passa a língua nos lábios.
— Você é uma bela visão, Anastasia Steele.
Ele se inclina sobre a cama e lentamente sobe em mim, beijando-me. Beija cada um dos meus seios e brinca com os mamilos, um de cada vez, eu gemo e me contorço embaixo dele, mas ele não para.
Não... Pare. Quero você.
— Christian, por favor.
— Por favor, o quê? — murmura ele entre os meus seios.
— Quero você dentro de mim.
— Agora?
— Por favor.
Olhando para mim, ele abre minhas pernas com as suas e se ajeita de modo que fica pairando sobre meu corpo. Sem tirar os olhos dos meus, entra em mim num ritmo deliciosamente lento.
Fecho os olhos, saboreando a plenitude, a sensação extraordinária de sua posse, minha pélvis se inclinando instintivamente para encontrá-lo, para se juntar a ele, gemendo alto. Ele sai e, muito lentamente, entra de novo.
Meus dedos correm até seu cabelo sedoso e rebelde, e, muito lentamente, ele continua se movendo para dentro e para fora de mim.
— Mais rápido, Christian, mais rápido... por favor.
Ele me olha vitorioso e me beija com força, e então começa a se mover de verdade — puta merda, um ritmo implacável... ah... —, e eu sei que não vai demorar muito. Ele estabelece uma cadência acelerada. Fico excitada, as pernas rígidas embaixo dele.
— Goze, baby — suspira. — Goze para mim.
Suas palavras são uma perdição, e, magnificamente, as ideias entorpecidas, eu explodo em um milhão de pedaços ao redor dele, e ele me acompanha gritando o meu nome.
— Ana! Ah, Ana!
Ele cai em cima de mim, a cabeça enterrada em meu pescoço.
CAPÍTULO QUATRO
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Quando recupero minha sanidade, abro os olhos e vejo o rosto do homem que amo. A expressão de Christian é suave, leve. Ele esfrega o nariz no meu, apoiando-se sobre os cotovelos, as mãos segurando as minhas ao lado de minha cabeça. Infelizmente, suspeito que seja uma forma de impedir que eu o toque. Ele me dá um beijo delicado nos lábios e sai de dentro de mim.
— Senti falta disso — ofega.
— Eu também — sussurro.
Ele me segura pelo queixo e me beija com força. Um beijo apaixonado e suplicante, mas pedindo o quê? Não sei. Fico sem fôlego.
— Não me deixe de novo — implora ele, olhando fundo nos meus olhos, a expressão séria.
— Está bem — sussurro e sorrio para ele. Seu sorriso de resposta é deslumbrante: alívio, júbilo e uma alegria juvenil combinados em um olhar encantador, capaz de derreter o mais frio dos corações. — Obrigada pelo iPad.
— Não há de quê, Anastasia.
— Qual é sua música preferida lá?
— Isso já seria revelar demais. — Ele sorri. — Agora venha, minha serviçal, preparar uma refeição para mim. Estou morrendo de fome — acrescenta ele, sentando-se de repente e me puxando.
— Serviçal? — Dou uma risadinha.
— Serviçal. Comida, agora, por favor.
— Já que me pede de forma tão educada, senhor, é para já.
Ao me arrastar para fora da cama, tiro o travesseiro do lugar, revelando o balão vazio em forma de helicóptero que guardo debaixo dele. Christian o pega nas mãos e me olha, intrigado.
— É o meu balão — digo, com ar de propriedade, enquanto pego o roupão e me cubro. Ah, merda... por que ele tinha que ver isso?
— Na sua cama? — murmura.
— É. — Fico vermelha. — Ele me faz companhia.
— Sortudo esse Charlie Tango — diz ele, surpreso.
Sim, sou sentimental, Grey, porque amo você.