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Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]

Электронная книга - «Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]». Краткое содержание книги:

Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele poe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresario e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propoe um novo acordo, ela nao consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possivel. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demonios interiores, Ana se ve diante da decisao mais importante da sua vida.
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— Chupe — ordena ele, com calma. — Vou colocar isso dentro de você.

Dentro de mim? Dentro de mim onde? Meu coração pula até a boca.

— Chupe — ele repete e para de esfregar a mão em mim.

Não, não pare! Quero gritar, mas estou com a boca cheia. Suas mãos oleosas deslizam por meu corpo e enfim seguram meus seios negligenciados.

— Não pare de chupar.

Delicadamente, ele aperta meus mamilos entre os dedos, e eles enrijecem e se alongam sob seu toque experiente, enviando ondas sinápticas de prazer até a minha virilha.

— Você tem peitos tão lindos, Ana — murmura, e meus mamilos endurecem ainda mais em resposta.

Ouço seu murmúrio de aprovação e solto um gemido. Seus lábios descem ao longo do meu pescoço para um dos seios, deixando mordidas suaves e me chupando mais e mais, na direção do mamilo, e de repente sinto o aperto do grampo.

— Ah! — lanço um gemido através do objeto em minha boca.

Minha nossa, a sensação é deliciosa, crua, dolorosa, prazerosa... uau, o beliscão. Gentilmente, ele lambe o mamilo preso e, ao fazê-lo, coloca o outro grampo. O aperto é igualmente árduo... mas tão bom quanto o primeiro. Solto um grito.

— Sinta isso — sussurra.

Ah, estou sentindo. Estou sentindo. Estou sentindo.

— Me dê isto. — Com cuidado, ele puxa a chupeta de metal adornado de minha boca, e eu a solto.

Mais uma vez suas mãos trilham um caminho ao longo de meu corpo até o meu sexo. Ele passou mais óleo nas mãos. Elas deslizam pela minha bunda.

Suspiro. O que ele vai fazer? Fico tensa, de joelhos, à medida que ele corre os dedos entre minhas nádegas.

— Calma, fique calma — sussurra perto de minha orelha e beija meu pescoço, seus dedos me alisando e me provocando.

O que ele vai fazer? Sua outra mão desliza para baixo ao longo de minha barriga até o meu sexo, esfregando-me mais uma vez. Ele desliza os dedos para dentro de mim, e eu gemo alto, satisfeita.

— Vou colocar isto dentro de você — murmura. — Mas não aqui — seus dedos brincam entre minhas nádegas, espalhando o óleo. — E sim aqui. — Ele move os dedos para dentro e para fora, batendo contra a parede da frente da minha vagina. Eu gemo e meus mamilos presos se incham.

— Ah.

— Silêncio — Christian remove os dedos e enfia o objeto em mim.

Ele segura meu rosto entre as mãos e me beija, a boca invadindo a minha, e eu ouço um clique bem de leve. Imediatamente o plugue começa a vibrar dentro de mim, lá em baixo! Suspiro. A sensação é extraordinária — mais intensa do que tudo que já senti antes.

— Ah!

— Calma. — Christian me tranquiliza, sufocando meus suspiros com a boca. Suas mãos se movem para baixo e puxam os grampos delicadamente. Grito bem alto.

— Christian, por favor!

— Calma, baby. Aguente só um pouco.

Isso é demais — todo esse excesso de estímulo, em todos os lugares. Meu corpo começa a subir, e de joelhos, sou incapaz de controlar a expectativa. Deus do céu... Será que vou ser capaz de aguentar isso?

— Boa menina. — Ele me acalma.

— Christian — ofego, soando desesperada mesmo para meus próprios ouvidos.

— Acalme-se, Ana, sinta isso. Não tenha medo.

Suas mãos estão agora em minha cintura, segurando-me, mas não consigo me concentrar nelas, no que está dentro de mim e também nos grampos. Meu corpo está se preparando, preparando-se para uma explosão: as vibrações implacáveis ​​e a tortura doce, tão doce, em meus mamilos. Puta merda. Vai ser intenso demais. Suas mãos descem de meus quadris, escorregadias e oleosas, tocando-me, sentindo-me, massageando minha pele — massageando minha bunda.

— Tão linda.

De repente ele enfia delicadamente um dedo cheio de óleo dentro de mim... ! Na minha bunda. Porra. A sensação é estranha, intensa, proibida... mas, ah... é tão... boa. E ele se move devagar, entrando e saindo, enquanto seus dentes arranham meu queixo erguido.

— Tão linda, Ana.

Estou suspensa no ar — no alto de uma ravina muito larga, e subo e caio ao mesmo tempo, tonta, mergulhando de volta à Terra. Não posso mais aguentar, e grito à medida que meu corpo se contorce e culmina na plenitude avassaladora. E enquanto meu corpo explode, não sou nada exceto sensação, em todos os lugares. Christian solta um dos grampos e depois o outro, fazendo com que meus mamilos reclamem com uma onda de dor suave, mas é tão, tão bom e faz com que o meu orgasmo se prolongue mais e mais. Seu dedo permanece onde está, saindo e entrando devagar.

— Ah! — grito, e Christian me envolve, segurando-me, e meu corpo continua a pulsar por dentro, sem dó. — Não! — grito de novo, implorando, e dessa vez ele tira o vibrador de dentro mim, e o dedo também, enquanto meu corpo continua a se contorcer.

Ele solta uma das algemas, e meus braços caem para a frente. Minha cabeça descansa em seu ombro, e estou perdida, perdida com todas essas sensações esmagadoras. Sou toda respiração entrecortada, desejo exausto e torpor suave e bem-vindo.

Vagamente, percebo que Christian me levanta, leva-me para a cama e me coloca sobre os lençóis frios de cetim. Depois de um momento, com as mãos ainda cheias de óleo, ele massageia de leve as costas das minhas coxas, meus joelhos, minhas panturrilhas e meus ombros. Sinto a cama afundar quando ele se deita ao meu lado.

Ele tira minha venda, mas não tenho energia para abrir os olhos. Pegando minha trança, ele desfaz o laço no cabelo e se inclina para a frente, beijando-me com carinho nos lábios. Só a minha respiração irregular perturba o silêncio no quarto, estabilizando-se à medida que desço devagar de volta à Terra. A música parou.

— Tão linda — murmura ele.

Quando convenço um dos meus olhos a se abrir, ele está me olhando, sorrindo de mansinho.

— Oi — diz. Consigo apenas soltar um grunhido em resposta, e seu sorriso se amplia. — Foi maldade o suficiente para você?

Faço que sim com a cabeça e abro um sorriso relutante. Caramba, mais um pouco de maldade e eu teria que espancar nós dois.

— Acho que você está tentando me matar — murmuro.

— Morte por orgasmo — sorri. — Há maneiras piores de morrer — diz, mas, em seguida, franze o cenho quase imperceptivelmente, quando um pensamento desagradável lhe passa pela cabeça. Isso me incomoda. Estico a mão e acaricio seu rosto.

— Você pode me matar desse jeito sempre que quiser — sussurro.

Noto que ele está maravilhosamente nu e pronto para a ação. Quando pega minha mão e beija meus dedos, aproximo-me e seguro seu rosto entre as mãos, puxando sua boca para a minha. Ele me beija rapidamente e então para.

— Isso é o que eu quero fazer — murmura e enfia a mão debaixo do travesseiro para pegar o controle remoto do aparelho de som. Ele aperta um botão e os acordes suaves de uma guitarra ecoam pelas paredes. — Quero fazer amor com você — diz, olhando para mim, os olhos cinzentos ardendo de amor sincero e vívido. Baixinho, no fundo, uma voz familiar começa a cantar “The First Time Ever I Saw Your Face”. E seus lábios encontram os meus.

* * *

ENQUANTO EU ME comprimo ao redor dele, atingindo o orgasmo mais uma vez, Christian se solta em meus braços, a cabeça jogada para trás, gritando meu nome. Ele me aperta com força contra o peito quando nos sentamos face a face no meio da cama enorme, eu por cima dele. E, nesse momento — esse momento de alegria com esse homem e essa música —, a intensidade de minha experiência essa manhã, aqui com ele, e tudo o que aconteceu na última semana me inunda de novo, não apenas fisicamente, mas emocionalmente. Estou completamente dominada pelos sentimentos. Sou tão profundamente apaixonada por ele. Pela primeira vez tive um vislumbre de como ele se sente a respeito de minha segurança.

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