Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]
- Автор: Джеймс Эрика Леонард
- Серия: Cinquenta Sombras #2
- Язык: португальский
- Жанр: Романы для взрослых
Электронная книга - «Cinquenta tons mais escuros [em Portugues]». Краткое содержание книги:
Merda, ele escolheu sua arma. Minha boca fica seca.
De repente, sinto-me quente, alvoroçada e úmida em todos os lugares certos. Só mesmo Christian para me excitar apenas com um olhar e uma régua. Ele a coloca no bolso de trás da calça jeans e caminha na minha direção, os olhos sombrios cheios de promessas. Sem dizer uma palavra, ajoelha-se na minha frente e começa a desamarrar o cadarço dos meus tênis, de maneira rápida e eficiente, arrancando meus All Stars e as meias. Eu me apoio na mesa de bilhar para não cair. Olhando para baixo enquanto ele solta o cadarço, fico maravilhada com a profundidade dos sentimentos que tenho por este homem. Eu o amo.
Ele me segura pelo quadril, desliza os dedos pelo cós da minha calça e abre o botão e o zíper. Em seguida, olha para cima através de seus longos cílios, abrindo seu sorriso mais lascivo ao baixar lentamente minha calça. Desvencilho-me dela, contente por estar usando uma calcinha bonita de renda branca, e ele me agarra pela parte de trás das pernas e corre o nariz até o topo de minhas coxas. Quase derreto.
— Quero ser bem duro com você, Ana. Você vai ter que me dizer para parar se for demais — ofega ele.
Meu Deus. Ele me beija... lá. Gemo baixinho.
— Palavra de segurança? — murmuro.
— Não, nada de palavra de segurança, só me diga para parar, e eu paro. Entendeu? — Ele me beija de novo, enfiando o rosto em mim. Ah, isso é bom. Christian fica de pé, o olhar intenso. — Responda — ordena, com voz aveludada.
— Sim, sim, entendi. — Sua insistência me deixa intrigada.
— Você ficou dando dicas e me enviando sinais confusos durante todo o dia, Anastasia — diz ele. — Você disse que estava preocupada que eu tivesse perdido a mão. Não sei o que quis dizer com isso, e não sei o quão sério você estava falando, mas nós vamos descobrir. Ainda não quero voltar para o quarto de jogos, então nós podemos tentar isso agora, mas você tem que me prometer que, se não gostar, vai me avisar. — Uma intensidade ardente nascida de sua ansiedade substitui sua arrogância anterior.
Uau, por favor, não fique ansioso, Christian.
— Eu aviso. Nada de palavra de segurança — confirmo, para assegurá-lo.
— Nós somos amantes, Anastasia. Amantes não precisam de palavras de segurança. — Ele franze a testa. — Precisam?
— Acho que não — murmuro. Como vou saber? — Prometo.
Ele procura em meu rosto qualquer indício de que eu vá perder a coragem para pôr em prática minhas convicções, e eu estou nervosa, mas também animada. Fico muito mais feliz de fazer isso sabendo que ele me ama. É bem simples para mim, e neste instante, não quero pensar demais no assunto.
Um sorriso lento se estende por todo o seu rosto, e ele começa a desabotoar minha camisa, seus dedos habilidosos desempenhando o trabalho com facilidade, embora ele não a tire completamente. Ele se inclina e pega o taco.
Ah, não, o que ele vai fazer com isso? Um arrepio de medo atravessa meu corpo.
— Você joga bem, Srta. Steele. Tenho que admitir que estou surpreso. Por que não mata a preta para mim?
Esquecendo meu medo, faço beicinho, perguntando-me por que diabo ele deveria ficar surpreso. A sensualidade desse filho da mãe arrogante... Minha deusa interior está se aquecendo ao fundo, fazendo sua série de exercícios de solo, um sorriso enorme estampado no rosto.
Posiciono a bola branca. Christian dá a volta na mesa e fica bem atrás de mim quando me inclino para dar a tacada. Ele coloca a mão em minha coxa direita e corre os dedos para cima e para baixo ao longo de minha perna, chega até minha bunda e então volta para a perna, acariciando-me de leve.
— Vou errar, se você continuar fazendo isso — sussurro, fechando os olhos e saboreando a sensação de suas mãos em mim.
— Não me importo se você vai acertar ou errar, baby. Só queria ver você assim, semivestida, debruçada na minha mesa de bilhar. Você tem ideia de como está gostosa neste instante?
Fico vermelha, e minha deusa interior coloca uma rosa na boca e começa a dançar tango. Respirando fundo, tento ignorá-lo e alinhar minha tacada. É impossível. Ele continua a acariciar minha bunda, mais e mais.
— Acima, à esquerda — murmuro, e então acerto a bola branca. Ele me dá um tapa com força, e atinge em cheio meu traseiro.
É tão inesperado que solto um grito. A bola branca bate na preta, que faz uma tabela bem longe da caçapa. Christian acaricia minha bunda outra vez.
— Acho que você vai ter que tentar de novo — sussurra ele. — Concentre-se, Anastasia.
Estou ofegante agora, empolgada com o jogo. Ele caminha até o outro lado da mesa, posiciona a bola preta de novo e rola a branca na minha direção. Parece tão carnal, os olhos escuros, o sorriso lascivo. Como eu seria capaz de resistir? Pego a bola e a coloco no lugar, pronta para jogar novamente.
— Hã-hã — adverte ele. — Espere.
Ah, como ele adora prolongar a agonia. Ele volta para trás de mim. Fecho os olhos quando ele acaricia minha coxa esquerda dessa vez, e então volta a apalpar minha bunda.
— Agora. — Ele expira.
Não consigo conter o gemido à medida que o desejo dá voltas dentro de mim. E eu tento, tento de verdade, pensar em que ponto tenho que acertar a bola branca na preta. Movo o corpo ligeiramente para a direita, e ele me acompanha. Mais uma vez, debruço-me sobre a mesa. Usando meus últimos resquícios de força interior — que diminuíram consideravelmente, já que agora sei o que vai acontecer quando eu acertar a bola branca —, miro a bola e faço a tacada. Christian me bate mais uma vez, com força.
Ai! Erro de novo.
— Ah, não! — gemo.
— Mais uma, baby. E se errar essa, você vai ver só.
O quê? Ver o quê?
Mais uma vez ele posiciona a bola preta e volta, dolorosamente devagar, até estar de pé atrás de mim, acariciando de novo minha bunda.
— Você consegue — insiste ele.
Não... não com você me distraindo desse jeito. Empurro a mão dele com a minha bunda, e ele me dá um tapinha de leve.
— Ansiosa, Srta. Steele? — murmura.
Sim. Quero você.
— Bem, vamos tirar isso. — Ele desliza suavemente minha calcinha ao longo de minhas coxas e a tira. Não vejo o que ele faz com ela, mas me faz sentir completamente exposta ao dar um beijo de leve em cada nádega. — Dê a sua tacada, baby.
Quero chorar; não vou conseguir. Sei que vou errar. Alinho a branca, dou a tacada e, em minha impaciência, nem toco a bola preta. Espero o golpe, mas ele não vem. Em vez disso, ele se debruça sobre mim, espremendo-me de encontro à mesa, e tira o taco de minha mão, rolando-o na beirada da mesa. Eu o sinto, encostado em minha bunda, duro.
— Você errou — diz suavemente em meu ouvido. Meu rosto fica pressionado contra o feltro. — Espalme as mãos na mesa.
Obedeço.
— Muito bem. Vou bater em você agora e quem sabe na próxima vez você não erre mais. — Ele se move para a minha esquerda, de forma que fica de pé ao meu lado, a ereção forçando meu quadril.
Solto um gemido e meu coração salta até a boca. Estou ofegante e uma onda de excitação corre, densa e quente, por minhas veias. Ele acaricia minha bunda com ternura e envolve meu pescoço com a outra mão, seus dedos apertando meu cabelo em torno de minha nuca, o cotovelo em minhas costas, mantendo-me firme. Estou completamente indefesa.
— Abra as pernas — murmura ele e, por um momento, hesito. Ele me bate com força... com a régua! O barulho é mais forte que a pancada, e me pega de surpresa. Solto um gemido, e ele me bate de novo. — As pernas — ordena.