Бесплатная библиотека
Читайте книгу на сайте или телефоне
READ-E-BOOK » Классические детективы » Sherlock Holmes - Edicao completa [calibre 0.9.23]
Sherlock Holmes - Edicao completa [calibre 0.9.23] - Читать Любимую Русскую Полную Книгу 👉 Read-E-Book.com

Sherlock Holmes - Edicao completa [calibre 0.9.23]

Электронная книга - «Sherlock Holmes - Edicao completa [calibre 0.9.23]». Краткое содержание книги:

Sherlock Holmes - Edicao completa [calibre 0.9.23]
1 ... 205 206 207 208 209 210 211 212 213 ... 446
Перейти на страницу:

– É um pouco difícil saber o que fazer, Watson – disse por fim. – Minha disposição é no sentido de continuar esta investigação, pois já perdemos muito tempo e não podemos desperdiçar mais uma hora. Por outro lado, devemos informar a polícia a respeito da descoberta, e providenciar para que tomem conta do corpo deste pobre sujeito.

– Eu poderia levar um bilhete.

– Mas preciso da sua companhia e ajuda. Espere um momento! Tem alguém ali cortando turfa. Traga-o aqui, e ele guiará a polícia.

Trouxe o camponês e Holmes despachou o homem assustado com o bilhete para o dr. Huxtable.

– Agora, Watson – disse –, descobrimos duas pistas esta manhã. Uma é a bicicleta com os pneus Palmer, e vemos onde isto acabou. A outra é a bicicleta com o Dunlop remendado. Antes de iniciarmos esta investigação, vamos tentar entender o que sabemos realmente, para tirar o máximo disto e separar o essencial do acidental.

– Antes de tudo, quero lhe dizer que o garoto com certeza saiu por vontade própria. Ele desceu pela janela e foi embora, sozinho ou com mais alguém. Isto é certo.

Assenti.

– Bem, agora, voltemos ao infeliz professor alemão. O garoto estava completamente vestido quando fugiu. Portanto, já sabia o que ia fazer. Mas o alemão saiu sem as meias. Com certeza agiu às pressas.

– Sem dúvida.

– Por que saiu? Porque, da janela do seu quarto, viu a fuga do garoto; porque quis ir atrás dele e trazê-lo de volta. Pegou sua bicicleta, perseguiu o rapaz, e nessa perseguição encontrou a morte.

– Assim parece.

– Agora chego à parte decisiva do meu raciocínio. A atitude natural de um homem ao perseguir um garoto seria a de correr atrás dele. Ele saberia que conseguiria alcançá-lo. Mas o alemão não faz isso. Vai pegar sua bicicleta. Soube que era um ciclista excelente. Não faria isso, se não visse que o garoto tinha algum meio rápido de fuga.

– A outra bicicleta.

– Continuemos nossa reconstituição. Ele foi morto a 7 quilômetros do colégio – não por uma bala, o que até mesmo um garoto poderia disparar, mas por um golpe violento, desferido por um braço vigoroso. O garoto, portanto, teve um companheiro na sua fuga. E foi uma fuga rápida, pois andaram 7 quilômetros antes que um ótimo ciclista os alcançasse. E ainda pesquisamos o chão em volta do local da tragédia. O que encontramos? Alguns rastros de gado, nada mais. Dei uma grande volta por aí, e não existem trilhas a menos de 50 metros. Um outro ciclista poderia não ter tido nada com o assassinato, e lá também não havia pegadas humanas.

– Holmes! – exclamei –, isto é impossível!

– Admirável! – disse ele. – Uma observação esclarecedora. É impossível do modo como falei, entretanto posso, em algum aspecto, ter falado de modo equivocado. Pois você viu por si mesmo. Pode sugerir alguma falha?

– Ele não poderia ter fraturado o crânio numa queda?

– Num lodaçal, Watson?

– Estou desorientado.

– Tsc, tsc, já resolvemos problemas piores. Pelo menos temos muito material; se ao menos pudéssemos usá-lo. Venha então e, depois do Palmer, vamos ver o que o Dunlop com a parte remendada tem a nos oferecer.

Pegamos a trilha e a seguimos por algum tempo, mas o pântano logo se elevava numa curva longa cheia de tufos de urze, e deixamos o riacho para trás. Não se podia mais esperar ajuda alguma de trilhas. Do lugar onde vimos pela última vez o pneu Dunlop, podíamos ter ido também para Holdernesse Hall, cujas torres majestosas apareciam alguns quilômetros à nossa esquerda, ou para uma vila pequena e pardacenta que ficava à nossa frente, e indicava a posição da estrada principal de Chesterfield.

Quando nos aproximamos do hotel  repugnante e miserável, com o símbolo de um galo de briga sobre a porta, Holmes deu um súbito gemido, e agarrou meu ombro para não cair. Tivera um desses estiramentos violentos que deixam um homem desamparado. Com dificuldade foi até a porta, onde um homem idoso e moreno estava acocorado, fumando um cachimbo preto de barro.

– Como vai, sr. Reuben Hayes? – perguntou Holmes.

– Quem são vocês e como descobriram tão depressa o meu nome? Disse o camponês com um brilho de desconfiança nos olhos espertos.

– Ora, ele está impresso na placa acima de sua cabeça. E fácil reconhecer um homem que é o dono da própria casa. Suponho que não tenha algo como uma carroça nos seus estábulos.

– Não, não tenho.

– Mal posso apoiar meu pé no chão.

– Não o ponha no chão.

– Mas não posso andar.

– Bem, então pule.

A atitude do sr. Reuben Hayes estava longe de ser amável, mas Holmes a encarou com um bom humor admirável.

– Olhe aqui, meu amigo – disse. – Isto é realmente um dilema muito desagradável para mim. Não vejo como continuar.

– Nem eu – disse o estalajadeiro mal-humorado.

– O assunto é muito importante. Eu lhe ofereceria 1 libra pelo uso de uma bicicleta.

O homem prestou mais atenção.

– Aonde querem ir?

– Para Holdernesse Hall.

– Amigos do duque, suponho? – disse o proprietário, observando nossas roupas manchadas de lama com olhos irônicos.

Holmes sorriu, complacente.

– De qualquer maneira, ele ficará contente em nos ver.

– Por quê?

– Porque lhe trazemos notícias de seu filho desaparecido.

O estalajadeiro teve um sobressalto visível.

– O quê, vocês estão na pista dele?

– Ele foi visto em Liverpool. Esperam encontrá-lo a qualquer hora.

De novo uma mudança perceptível passou pelo rosto forte e barbado. Ele ficou amável de repente.

– Tenho menos motivos para desejar o bem do duque do que muitos homens – disse – porque uma vez fui o cocheiro-chefe, e ele me tratou de modo cruel. Foi ele quem me pôs na rua sem explicações, por causa da palavra de um negociante de milho mentiroso. Mas fico contente em saber que o jovem lorde foi visto em Liverpool, e vou ajudá-los a levar a notícia até o Hall.

– Obrigado – disse Holmes. – Vamos comer algo primeiro. Depois pode trazer a bicicleta.

– Eu não tenho uma bicicleta.

Holmes mostrou uma libra.

– Já lhe disse, homem, que não tenho. Deixarei que levem dois cavalos até o Hall.

– Bem, bem – disse Holmes –, falaremos sobre isso depois que tivermos comido alguma coisa.

Quando ficamos sozinhos na cozinha de paredes de pedras, foi espantoso como o tornozelo estirado se recuperou depressa. Já era quase noite e não havíamos comido nada desde a manhã, de modo que gastamos um bom tempo em nossa refeição. Holmes estava perdido em seus pensamentos e uma ou duas vezes foi até a janela e olhou para fora, sério. Ela dava para um pátio miserável. No canto mais afastado havia uma forja, onde um rapaz sujo estava trabalhando. Do outro lado ficavam os estábulos. Holmes estava sentado após uma dessas excursões, quando de repente pulou de sua cadeira com uma exclamação.

– Por Deus, Watson, creio que conseguimos! – gritou. – Sim, sim, deve ser isso. Watson, lembra-se de ter visto alguma trilha de vacas hoje?

– Sim, várias.

– Onde?

– Ora, por todo lado. No brejo, e também na trilha, e perto do lugar onde o pobre Heidegger morreu.

– Exato. Agora, Watson, quantas vacas você viu no campo?

– Não me lembro de ter visto nenhuma.

– É estranho, Watson, que víssemos rastros durante todo o nosso trajeto, mas nem uma vaca. Muito estranho, Watson, hein?

– Sim, é estranho.

– Agora, Watson, faça um esforço de memória. Pode ver aqueles rastros na trilha?

– Sim, posso.

– Recorda-se de que os rastros eram algumas vezes assim, Watson – dispôs algumas bolinhas de pão deste modo – : : : : : – e outras assim – : . : . : . : . – e ocasionalmente deste jeito . . . . . . .  Pode se lembrar disso?

– Não, não posso.

– Mas eu posso. Posso jurar que é assim. Mas voltaremos lá para verificar isso. Como fui  cego, não confirmando minha conclusão.

1 ... 205 206 207 208 209 210 211 212 213 ... 446
Перейти на страницу:
0
Сюжет
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Атмосфера
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Главный герой
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
0
Общее впечатление
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
Итоговая оценка: 0.0 из 10 (голосов: 0 / История оценок)